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Suárez e Bitello: arte e suor

Com algumas atuações antológicas, como as de Luizito Suárez, Bitello e Villasanti, o Grêmio aplicou 3 a 1 no Inter, e chegou a ensaiar uma goleada histórica quando marcou seu terceiro gol.

Uma goleada que, a meu ver, só não aconteceu porque o tricolor perdeu kannemann, expulso por ter levado dois cartões amarelos, um deles, o primeiro, absolutamente inaceitável. Kannemann, que fazia uma grande partida, deixou o time na mão num lance infantil.

Mesmo com um jogador a menos, o Grêmio, agora com mais cuidados defensivos, poderia ter feito pelo menos mais um gol.

O Inter chegou a descontar com um gol de cabeça, sem chance para o goleiro Gabriel Grando, com outra atuação impecável.

Seu antecessor, Adriel, deve estar arrependido. Pensou que era maior que o Grêmio e hoje amarga a reserva, que deve durar muito tempo porque Grando embalou, assim como o tricolor pode embalar depois da atuação empolgante de domingo.

Muito já foi dito sobre o jogo. Portanto, não vou me alongar. Eu daria uma nota 8 em média para o time. Nota 10 para Suàrez, Bitello e Villasanti. Não por coincidência autores dos gols dessa memorável vitória. Feliz o gremista que esteve na Arena para viver esse ‘momento lindo’, como diria Roberto Carlos.

Agora um parágrafo sobre os gols, em especial o gol do uruguaio, enaltecido em todo o planeta. Gol de beleza ímpar, e construção genial. Suàrez recebeu a bola marcado por uns 3 ou 4 jogadores. Bitello, sabiamente, correu em direção ao matador e fez o corta-luz, aliviando a marcação para Suàrez clarear o lance e chutar de forma magnífica. Estamos diante de um dos maiores jogadores da história do Grêmio. Não deixo por menos.

No terceiro gol ele teve outra participação de sabedoria e técnica. Foi um contra-ataque puxado por Suàres pela direita. Ele tinha Galdino correndo em direção ao gol, assim como Bitello, mais à esquerda. Suàrez cruzou a bola sobre Galdino, que seria o passe mais fácil, para municiar Bitello no lado oposto. O guri dominou e acertou um chutaço.

Bem, testa falar sobre Renato. Tão criticado, tão vitorioso. São as contradições de uma paixão, o futebol.

Sugestão: assistam muitas e muitas vezes esses lances de arte e suor.

Tudo errado no Grêmio das redes sociais. Pelo menos até Suárez empatar o jogo com um golaço

Sem possibilidade de ver o jogo na Arena decidi acompanhar o duelo entre os maiores vencedores da Copa do Brasil via grupos de whats, local onde gremistas se agarram a suas teses e parecem esquecer o clube que torcem, relegado a um segundo plano em meio ao tiroteio de pitacos que mudam da água para o vinho em poucos minutos.

O jogo se encaminhava para uma derrota, deixando o Cruzeiro com a vantagem de jogar pelo empate no confronto da volta. Agitados e revoltados, os torcedores encontravam vários ‘culpados’ pelo resultado negativo. O primeiro deles, claro, o treinador Renato Portaluppi.

Um ‘torcedor’ chegou a escrever que Renato é um ‘pseudo treinador’, ignorando os títulos que ele conquistou. Ele tem o direito de achar que Renato é um mau técnico, mas nunca ‘pseudo’. É visível em muita gente que participa desses canais de comunicação a má vontade com Renato.

Por exemplo, cobram de Renato um time mais entrosado, com jogadas ensaiadas e atuações melhores, muito melhores. Esquecem, ou fingem esquecer por conveniência, que esse grupo atual foi montado às pressas, e com pouco dinheiro. Nas poucas vezes em que teve à sua disposição os principais jogadores, Renato, esse que não ‘treina’, como dizem os ‘especialistas’ das redes sociais, fez o time jogar um futebol mais vistoso e ao mesmo tempo competitivo.

Foram momentos raros, porque as lesões se sucedem de maneira preocupante. Um exemplo é Pepê, que jogou poucas vezes, até sofrer uma lesão que o afastou dos jogos por um bom tempo. Nesta noite, logo no começo do jogo ele voltou a sentir lesão, e saiu de campo chorando. Ah, mas esse tipo de dado não serve às teses dos palpiteiros.

Poderia escrever muito mais sobre este assunto. Destacar que o Grêmio vai para o segundo jogo numa situação de igualdade graças a Suárez, que alguns ‘comentaristas’, que debochadamente definiram como centroavante de ‘showbol’ . Depois do golaço, alguns se recolheram a um silêncio constrangido. Os que ficaram até o fim do jogo mudaram de assunto. Uns poucos sequer tiveram humildade para reconhecer o erro.

COTAÇÃO

Como eu não vi o jogo, terrível, pelo que li, tratei de me informar sobre os desempenho dos jogadores no empate por 1 a 1. Para isso, nada melhor do que ouvir os parceiros do blog. No caso, o Patrick, que fez uma avaliação bem informal.

Confiram:

Grando – 7
Reinaldo – 6
Kann – 8.5
B Alves – 7
Frances – 5.5/5.25 kkk

Carballo – 6
Villa (com máscara) – 6.5
Villa (sem máscara) – 7.5

Vina – 5.5
Cristraldo – 4
Bitello – 5.75

Suarez – 9

Zinho – sem comentários
Galdino – 6
Natan – 5.75

Números atestam relevância do trabalho de Renato no Grêmio

COPIÃO DE TUDO (interino)

Recebi esta planilha hoje do querido Amigo Grêmio Sempre, muito presente em meus Grupos de Whats nos assuntos do Tricolor e de Política que anda afastado aqui do Blog devido sua forte agenda profissional, e fiquei meditando sobre o Renatismo existente em 90/95% de nossa apaixonada torcida que tanto aplaude nosso treinador em todos os jogos. Afinal de contas, os números não mentem jamais.

Com o “magnífico” Renato no comando do time na 6ª rodada da tabela do Brasileirão de 2016 à 2020, o desempenho foi marcante no final MESMO que no paralelo os resultados nas Copas também foram altamente positivos devido as pressões recebidas com desgastes e erros do VAR sempre contra nós o tempo todo, isso é notável, então, nossa situação estava assim:

2020 – 7ª posição – 10 pontos – no final em 6º, com 59 pontos
2019 – 18ª posição – 5 pontos – no final em 4º, com 65 pontos
2018 – 8ª posição – 9 pontos – no final em 4º, com 66 pontos
2017 – 2ª posição – 15 pontos – no final em 4º, com 62 pontos
2016 – 2ª posição – 13 pontos – no final em 9º, com 53 pontos

Realmente, é uma burrice criticar o treinador com 4 meses & meio no trabalho de remontagem do time depois de dois anos tão difíceis SEM ele no comando em 2021 e dentro da série B em 2022, porque ELE SAIU, e, conforme ele mesmo já definiu acertadamente em várias oportunidades nas coletivas, só invejosos e recalcados o perseguem na ICA e nos 5% dentro dos Gremistas abobados que seguem esta ICA e as cornetas da cidade nas Lives e Blogs. Bingo, quanta fraqueza. Bah…

DETALHES:

2016: manteve atenção total na disputa da Copa do Brasil visando a Taça do Penta que ele foi buscar “com o que tinha” herdado no elenco nos tirando DA FILA de 15 anos.

2017: foi buscar e nos deu o Tri da Libertadoes mantendo no paralelo boa disputa na Copa do Brasil caindo na semi pro Cruzeiro nos pênaltis provando que dava para ir adiante.

2018: depois de sair da Copa do Brasil nas quartas pro Flamengo por 1×0 com muitos desgastes, sofremos aquela agressão porca e escandalosa do VAR da Conmebol contra o Ríver dentro da Arena.

2019: saímos de novo da semi da LA com muitos desfalques e desgastes naquela goleada pro Flamengo depois de sofrer outra agressão do VAR da CBF contra o Athlético em Curitiba no começo do jogo, e ainda chegamos nos pênaltis.

2020: mesmo sofrendo aquela entregada aos 12 segundos do Jean Pierre contra o Santos saindo nas quartas da LA, conseguimos chegar na final da CB aos pedaços, mas deu Palmeiras com muito mais time.

2021: após perder do Del Valle em dois jogos praticamente ganhos depois de 2 anos de pandemia, alguns bobócas pediram a saída do treinador que estava doente com Covid no Hotel, e essa saída nos jogou dentro da Série B por causa disso.

Não esquecer que de 2016 à 2020 nosso treinador lapidou e revelou inúmeros garotos da base nos trazendo milhões de euros além de amplo domínio em Grenais irritando demais 80% da mídia, nossos rivais, e ganhando o Tetra do Gauchinho.

Cabe lembrar também que durante o decadente período pós-Renato, nem o velho Felipão teve casca, força e cabelo no peito para comandar e tocar nosso barco nos salvando da queda. São os fatos, por isso, precisamos sim aguardar o período de recuperação dos lesionados para o Renato terminar a montagem do time, pois já nos provou que tem capacidade e competência para decolar “de novo” muitas vezes.

Oremos ….. !!!!!

Grêmio volta a decepcionar e é vaiado após empate com o Fortaleza

Depois de ver o Grêmio empatar num miserável 0 a 0 com o Fortaleza, em plena Arena, fiquei convencido de que o time vai ficar ali rondando, como um fantasma, o décimo lugar até o final do campeonato. Os mais pessimistas projetam até uma briga contra o rebaixamento.

Meu estado de espírito só não é mais sombrio e preocupante porque vejo o nosso rival em pior situação, pelo menos no momento, o que me conforta, mas não me anima, não me consola. Pelo contrário, me preocupa saber que é isso que nos restou, a luta por uma classificação à Copa Sulamericana, ou, na melhor das hipóteses, figurar no G-4.

É claro que tudo pode mudar, mas hoje vejo isso como um delírio, coisa de torcedor apaixonado. Analisando friamente muita coisa precisa acontecer, como a contratação de um ou dois atacantes rápidos e habilidosos, os tais ‘quebradores de linha’, os fura- retranca.

É preciso que o departamento médico seja mais competente ( hoje são seis ou sete jogadores fora por algum tipo de lesão, entre eles o Ferreira, que faz muita falta.

No post anterior, falei sobre a qualidade do time, do grupo. Hoje, no segundo tempo, a gente viu alguns reservas entrarem. E com eles o time piorar. Poderia citar alguns lances pontuais como exemplo, mas quem puxar pela memória ou rever a partida, vai constatar que se depender de Zinho, Galdino e Nathan será muito difícil atingir o resultado necessário. Eventualmente, eles poderão dar uma contribuição positiva, mas não se pode esperar muita coisa deles.

Vale o mesmo para Cristaldo e Vina, dois jogadores nota 7 num setor crucial de um time de futebol, o meio de campo. Ambos, pelo que vi até agora, servem como reservas, nunca como titulares, como tem acontecido.

Poderia citar outros exemplos, mas o que importa é que o grupo é insuficiente. Ou para não ser fatalista, tem sido insuficiente.

Em meio a tudo isso vejo preocupado o Suàrez praticamente sozinho, sem companhia para jogadas ofensivas. Bitello e Pepê, que voltou hoje, conseguem acompanhar o uruguaio em termos de inteligência para jogar futebol. Mas é preciso mais. Exagerando, temo que a qualquer hora Suárez peça a conta.

Vale o mesmo para o técnico Renato, que hoje foi estranhamente mais moderado e contido à beira do campo. Parece ter ligado o botão de ‘foda-se’.

4 a 1: goleada confirma que o Grêmio precisa qualificar equipe

A goleada imposta pelo Palmeiras reforça o que o técnico Renato Portaluppi vem alertando já faz algum tempo, elevando o tom nos últimos dias para ser ouvido pela direção. A goleada de 4 a 1, placar que poderia ser até mais elástico, aponta que o time é insuficiente para alcançar o G-4 – título nem pensar.

O recado, apoiado por ampla maioria da torcida, está dado. Sem reforços, o Grêmio irá se encaminhar, ao final, para uma posição mediana, onde, aliás, se encontra depois dos jogos desta noite, tendo como companheiro o Inter. A continuar assim os dois clubes vão seguir de mãos dadas frustrando suas torcidas.

No caso do Grêmio, cabe a Renato encontrar soluções, algo que ele não conseguiu contra o Bragantino. Assustado com o que viu no jogo anterior, no qual o time paulista criou inúmera situações de gol, Renato procurou reforçar seu sistema defensivo para não ser goleado pelo Palmeiras. Levou quatro no lombo.

Muita gente nas redes sociais diz que a derrota foi por causa do esquema de 3 zagueiros, que o time se acovardou, demonstrou medo, etc. Essas coisas que sempre repetem os profetas do acontecido. Olhando a escalação do Grêmio e comparando com a do Palmeiras, a gente percebe que existe um abismo de qualidade. Quer dizer, a derrota era previsível, e até mesmo uma goleada. Com ou sem 3 zagueiros.

É claro que fui para a frente da TV esperando uma vitória, mas consciente de que o Palmeiras tem melhor time e, no momento, melhor treinador. Acredito que o Grêmio completo, inclusive com Geromel, o duelo seria mais equilibrado. E com os reforços ( pelo menos um ponta, Michael por exemplo, e a volta de Ferreirinha), creio até na inversão de favoritismo.

No jogo desta noite, destaque de novo para Gabriel Grando, que evitou um vexame histórico, e para Bitello, autor de um golaço. Sobre o goleiro, já há questionamentos. Sim, não importa que tenha feito grandes defesas. Os ‘caçadores de goleiros’ não descansam.

Sobre a arbitragem: tenho minhas dúvidas sobre o pênalti, que resultou no segundo gol e abriu caminho para a goleada. Para mim foi um erro da arbitragem. Sempre que vejo um lance de mão dentro da área lembro daquele pênalti não assinalado num jogo contra o Atlético do Paraná, pela Copa do Brasil.

APOSTAS

Desde que as empresas de apostas se instalaram no Brasil venho alertando para isso que está acontecendo. É um escândalo. Mas nada diferente do que acontece em outros setores da sociedade.

Grêmio cede empate ao Bragantino no gramado encharcado da Arena

O comecinho do jogo não poderia ser melhor e mais promissor para o Grêmio: gol de pênalti logo nos primeiros minutos. Mas a alegria durou pouco, porque o Bragantino logo empatou aproveitando o clarão que havia na área gremista. Depois, o que se viu foi um vareio, expressão que a gente usava nas peladas em Lajeado. Eu só torcia para que o pesadelo do primeiro tempo terminasse, na esperança de que Renato arrumasse a casa.

Pois o Grêmio que voltou para o segundo tempo já tinha a mão do treinador, marcando forte e pressionando em busca do segundo gol. Eu poderia resumir o que aconteceu nos minutos finais repetindo o que escrevi no primeiro tempo. O Bragantino encurralou o time gremista e quase virou o placar desse confronto emocionante e nervoso. Por isso, pedi que o jogo terminasse logo, que o juiz não desse muitos acréscimos.

Mas como chegamos a esse ponto? O Grêmio que voltou do intervalo com outra cara e outra disposição sofreu com a chuvarada que desabou sobre Porto Alegre, mais precisamente sobre a Arena, templo gremista.

O campo ficou alagado. Em alguns pontos a bola não rolava. Mas antes do temporal o Bragantino desempatou, justamente com um colorado, o Xuxa. O gol foi decorrência do erro de Galdino, herói dos dois últimos jogos. Ele perdeu a bola e armou um contra-ataque. Fiquei com pena do jogador. Mas ele se redimiu com um belo gol, em jogada que começou com Zinho. Ele driblou a marcação e chutou forte para empatar .

O empate fez o Grêmio crescer. E aí apareceu o talento e a experiência de Suárez. Bitello, que só não foi o melhor em campo porque Gabriel Grando jogou demais, impecável, grandes defesas, algumas milagrosas. É o novo titular na posição. O primeiro gol do uruguaio no Brasileirão. Com isso, os vermelhos terão de encontrar outro assunto para tentar desestabilizar o goleador gremista, como o fato de perder pênaltis ou fazer poucos gols de cabeça. Alguma coisa eles vão inventar, ainda mais que o time deles perdeu na rodada.

Então, com o campo encharcado, o Bragantino voltou a empatar. Quem falhou na jogada? Diogo Barbosa. Ele cochilou diante da área, perdeu a bola e deu nisso: 3 a 3. Os minutos finais foram tensos. Como escrevi lá em cima: eu só queria que jogo terminasse. E o juiz ainda deu uns 10 minutos a mais para me torturar.

Agora, ficou claro para mim que se não fosse o chuva o Grêmio teria mantido os 3 a 2 e hoje estaria no G-4 da competição.

Mas tem uma coisa: o que aconteceu no primeiro tempo não pode se repetir. Vareio na Arena, não.

Nosso indigesto confronto na CB e o momento do time no Brasileirão

COPIÃO DE TUDO – Interino

Conforme falei recentemente aqui, por confiar muito no histórico do Midas Renato para isso, reafirmo que eu queria 2 Grenais nas oitavas da CB para derrubar já de cara o topete dessa mídia vermelha horrorosa e dos morangos do aterro, pois eles seguem com uma mania de grandeza tão besta e tosca quanto aquela soberba deles ao embarcar para o Mazembaço de 2010 contando com o ovo no fiofó da galinha ANTES da hora achando que tinham cabelo no peito para ganhar mais um mundial “POR ACASO”, mas esqueceram de levar o “Fenômeno Gabirú” para completar a parada, então, seguimos rindo daquilo a 13 anos seguidos por culpa do Kidiaba, Kabangu e Kalyutuka.

Como na CB caíram os mineiros em nossos caminhos, cabe ao Renato fazer o serviço de derrubar o time fraco do gorduxo investidor do Cruzeiro. Eu acredito na nossa classificação, enquanto o Wagner Mancini fará o serviço do lado de lá com o América-MG “SE o VAR” não ajudar os morangos “mais uma vez” como vem fazendo regularmente desde 2018.

Nosso momento no brasileirão

Seguimos com 66.67% de aproveitamento nos 3 primeiros jogos fora de casa, jogando bem pouco futebol devido a tantas lesões tendo SETE titulares fora do time, e mesmo assim conseguimos 2 vitórias com Renato tirando leite de pedra porque conduz o elenco e o time sob absoluto domínio e forte comando, mas …..

….. não faço sensacionalismo maluco e esquisito achando que temos o novo melhor time do Brasil porque isso não existe no momento no Grêmio na minha opinião e de milhões de sensatos, e tão pouco vejo que temos alguma chance disso acontecer este ano de remontagem do elenco e time voltando da série B com tantas lesões mesmo tendo o melhor treinador do momento “para o Grêmio”. Assim, sigo com equilíbrio e os pés no chão porque junto com alguns colegas “dazantigas” aqui do Blog vimos muitas “armações” contra ótimos times nossos do passado desde 1970, e o VAR está aí agora para nos provar que seremos freados demais no percurso como estamos vendo jogo após jogo, são os fatos.

Que pena, pois os queridinhos da mídia e da CBF, são outros.

Eu queria sinceramente ver o meu time de G10 bem melhor do que estamos vendo, mas sigo observando nosso tricolor no G7 sabendo que “só Renato” é capaz de nos manter ali ou ATÉ subir 2 posições, mas teremos muitos desgostos no percurso porque continuamos O ALVO da CBF, STJD, Comissão de Arbitragem (VAR), Árbitros, Lesões, etc.

Que bom seria o Tri do Brasileiro este ano, vou torcer muito para isso, mas não tenho esta confiança, então, aguardemos que a história derrube minha visão pessimista devido aos fatos apontados aí, e que o Tri aconteça.

Segue o planejamento com nosso Midas no comando.
Oremos, amigos ….. !!!!!

Foi sofrido, mas o Grêmio sem vários titulares bateu o Cuiabá fora de casa

O importante e somar pontos, jogo por jogo, fazendo de cada jogo uma decisão de campeonato. Foi o que o Grêmio fez. Teve bons momentos no jogo, e na reta final suportou a pressão e garantiu a vitória por 2 a 1 e valiosos três pontos.

Os gols foram de dois jogadores mais corneteados por um minoria com mania de grandeza e preconceituosa. Vina, que marcou o primeiro gol, e, agora Galdino, estão mostrando muita utilidade, jogando com raça e vibração, honrando a camisa tricolor.

Méritos de Renato, que prejudicado por lesões, conseguiu armar um time competitivo, buscando jogadores da base, alguns deles sequer eram mencionados nas especulações.

É prematuro falar em novo safra de ‘uns guris’, uma bobagem criada dois anos atrás, mas o fato é que essa gurizada está entrando na equipe sem mimimi, tentando a a proveitar a oportunidade. Coisa que nem todos fazem.

GRÊMIO
Gabriel Grando; Fábio (Thomas Luciano, 33’/2T), Bruno Alves, Kannemann e Diogo Barbosa; Lucas Silva ( Bruno Uvini, 33’/2T) e Mila (Zinho, 13’/2T); Bitello, Cristaldo (Nathan, 13’/2T) e Vina (Galdino, 19’/2T); Suárez. Técnico: Renato Portaluppi.

ABC deu susto em plena Arena, mas o Grêmio confirmou vaga na CB

Levar susto do ABC, em plena Arena, é de irritar, e de preocupar. O Grêmio, com todo seu histórico em Copa do Brasil, não pode sofrer gol em sua casa de uma equipe modesta, derrotada por 2 a 0 em seus domínios, no jogo de ida da competição. Mas acontece, só que nunca estamos preparados, por mais que situações como essa sejam cada vez mais comuns no futebol.

O fato é que eu e toda nação tricolor fomos para o intervalo irritados e preocupados com o 1 a 0, gol feito aos 20 minutos. Nada, porém, abalava a confiança na classificação, até porque o time criou muito mais chances de gol do que seu adversário, sinalizando que no segundo tempo as coisas seriam diferentes, com o time ajustando a pontaria e empilhando gols.

O texto acima foi escrito no intervalo para abrir espaço aos comentaristas/debatedores do blog, que normalmente escrevem aqui muito antes da postagem pós jogos.

Continuando: minha expectativa de empilhar gols não se confirmou, longe disso. Tampouco a pontaria foi ajustada. O Grêmio empilhou sim, mas chances de gol desperdiçadas. Com a ameaça de ver a vaga decidida nos pênaltis, o jogo foi ficando mais tenso. O ABC adiantou a marcação, sentindo que poderia marcar mais um gol. O Grêmio se perturbou. Gabriel Grando fez importantes defesas. Restava o ataque mostrar serviço.

De onde menos se espera daí mesmo é que não sai nada. O criticado Galdino, que havia entrado no jogo aos 9 minutos do segundo tempo, ao lado de Lucas Silva e Zinho, desmentiu a frase, confirmando sua especialidade: o chute frontal, a poucos metros da grande área. Um chute seco, forte, venceu o bom goleiro Simão, outro que o ataque gremista consagrou. Não tenho dúvida de que Renato escalou esse jogador pensando exatamente nessa jogada.

O fato é que o gol de Galdino foi tranquilizador.

Individualidades: Bitello foi o melhor do time. Jogou muita bola. Grando fez duas ou três grandes defesas, mostrando que Adriel não fará falta.

Aliás, Adriel foi para o vestiário, no final do jogo, caminhando a passos largos. Ao ingressar no vestiário soqueou a porta, para espanto de dois seguranças. Há imagens desse fato.

Lamentável.

A continuar assim, dificilmente permanece na Arena.

ESCALAÇÃO

Grêmio
Gabriel Grando, João Pedro (Fábio, 9’/2ºT), Bruno Alves, Bruno Uvini e Diogo Barbosa; Darlan (Vina, 26’/2ºT) e Bitello; Nathan (Lucas Silva, 9’/2ºT), Cristaldo (Galdino, 39’/2ºT) e Zinho (André Henrique, 9’/2ºT); Luis Suárez.
Técnico: Renato Portluppi

A punição de Adriel e a derrota que serve de alerta ao Grêmio

Levei um susto quando vi a escalação do Grêmio para o jogo que começaria em seguida, contra o Cruzeiro no Independência. Gabriel Grando no gol. Adriel no banco. Motivo: indisciplina, segundo a comissão técnica.

Adriel deu entrevista, sem autorização, detalhando aspectos do sistema defensivo da equipe tricolor. O que desagradou à direção foi a seguinte declaração do jovem:

— Os mais altos ficam na frente. Nos escanteios, estavam ficando Villasanti e Suárez, os dois zagueiros e os laterais que ficam no meio para atacar a bola. No primeiro pau, Suárez pega. Se a bola viajar muito, eu saio. Aconteceu isso contra o Santos. Nessas bolas mais alçadas eu assumo a responsabilidade.

Eu acho que caberia uma advertência, não uma exposição pública.

Desconfio que tem algo mais nessa história. Talvez o fato de Adriel ter trocado de empresário, agora o Pablo Bueno, o mesmo de Ferreira e Tetê, do Leicester, e que não parece ser bem-vindo à Arena.

A direção parece determinada a bloquear o crescimento do agente em relação aos jovens atletas tricolores.

SOBRE O JOGO

Esclarecendo que o texto acima foi escrito no intervalo do jogo. No final, na coletiva, o técnico Renato Portaluppi revelou o que está acontecendo. Adriel tem apresentado um comportamento inadequado, segundo o treinador e a direção. Seria prepotente e arrogante. A opção pelo agente Pablo só complicou a situação.

Felizmente, o clube conta com um goleiro que não perde em nada para Gabriel Grando.

E aí, entram algumas linhas sobre a derrota. Primeiro, não concordo que a derrota tenha sido justa. Grando fez algumas grandes defesas, mas o Grêmio no segundo tempo, quando Renato abriu mão do esquema ‘chama derrota’, e foi para cima do rival sem medo, quem trabalhou foi o ótimo goleiro do Cruzeiro. Segundo, as chances criadas pelo Grêmio foram tão ou mais perigosas que as do adversário.

O empate seria o resultado mais justo, na minha opinião.

Agora, Renato poderia ter mudado o time mais cedo, deixando-o mais agressivo e menos preocupado em sofrer gol. O Cruzeiro, na verdade, escapou de um derrota nos minutos finais.

A derrota, no final das contas, tem um aspecto positivo: serve de alerta para o excesso de otimismo da torcida em relação ao potencial do time. Ainda acredito que com dois ou três reforços de bom nível o Grêmio entra na disputa não apenas pela esmola de entrar no G-4.

O Grêmio é grande demais para pensar pequeno. E esta frase cabe para a postura que Renato deve adotar jogo por jogo: um time agressivo e sem medo de ser feliz.