O futuro dos clubes e SAF’s

(Interino: Copião de Tudo)

Ontem recebi de um amigo três links, com fontes diferentes do clube, falando sobre a informação do CEO Carlos Amodêo ter comunicado o Presidente Romildo que assim que se confirmar na tabela a garantia do Grêmio voltar a Elite em 2023, ele se desligaria imediatamente do clube. Pois estaria sendo assediado por outros quatro grandes do Brasil com propostas pelos seus bons serviços como CEO no próximo ano.

Isso me fez lembrar do querido amigo Eduardo aqui no Blog que insiste – com meus respeitos – em achar que Amodêo atua forte para vender o Grêmio por interesses próprios no assunto. Porém, ouvi do próprio CEO num Assado do Duda Garbi que esse assunto nunca “sequer” entrou na pauta do clube.

Para ajudar a elucidar um debate desse assunto, vi uma Live recentemente de um membro da ótima Pluri Consultoria de Futebol dando opiniões, sugestões, detalhes e bons pitacos sobre esse momento decisivo de alguns clubes com pontos à serem muito bem analisados à quem decidir entrar nessa inconstante e insegura negociação da SAF.

Por exemplo: se os 20 clubes brasileiros da série A aderir ao SAF, quatro deles vão continuar caindo todos os anos. Então, o SAF não é a solução, é apenas um colete salva-vidas “de momento” principalmente dos “clubes afogados” que estão só com o dedinho de fora da água pedindo socorro devido aos seus rombos superiores a R$ 700/800 milhões. Sendo que 3 ou 4 grandes já ultrapassaram a barreira impagável do um bilhão.

Logo, para estes clubes “talvez” a SAF seja uma “única” solução mesmo que não seja para todos os clubes, pois o maior clube e mais vencedor do mundo é o associativo Real Madrid, ou Barcelona, ou o grande Bayern de Munique que tem menos de 50% negociados com a SAF, então …..

….. não existe uma regra, até porque esses movimentos da SAF agora tá lindo, dinheiro entrando, contratando, pagando pequenas dívidas de curto prazo, renegociando outras, tudo bem legal, mas daqui a 10 anos o cenário será bem diferente, terão que ter retornos altíssimos no percurso, e, conseguirão?

Veremos um monte de donos aí querendo as três taças grandes todos os anos, dinheiro “retornando”, revelações da base, e são poucas taças em disputa para 20 ou 30 clubes todos os anos com seus donos querendo os visados LUCROS, “ou” procurando compradores para se desfazer das bombas adquiridas e cagadas feitas no meio do caminho vendendo por menos que comprou porque é assim que a roda gira no mundo esportivo onde tudo tem que ser rápido e pontual.

Como já disse aqui, vejo nosso clube quieto nesta questão mesmo “passando” um ano na série B porque tivemos sim uma administração segura desde a volta de Fábio Koff em janeiro 2013 com nossa nova e poderosa Arena quando ELE iniciou o processo de nossa reestruturação tendo seu sucessor nos tirado da fila levantando taças, aumentando receitas, melhorando contratos, pagando contas, baixando rombos, valorizando ativos, aumentando quadro social, patrimônio, investindo na base, revelando garotos com retornos financeiros, e isso comprova que temos sim um grande valor e capacidade de gestão.

Essas nossas eleições de 2022 com até três candidatos da situação, promete muito.
Aguardemos, e oremos ….. !!!!!

(Interino: Copião de Tudo)

Grêmio mantém a irritante rotina de empatar fora de casa

Fazia tempo que eu não via um Grêmio penar tanto para vencer um jogo fora de seu estádio. Não importa o adversário, cada jogo é um martírio. Mais ou menos como foi o desta terça, em Chapecó, contra um candidato ao rebaixamento.

O pior é que o técnico Roger Machado não consegue alterar essa amarga rotina dos jogos fora da Arena.

Depois, quando é vaiado pela torcida tricolor ao ter seu nome anunciado pelo serviço de som, fica todo magoado. Cheio de mimimi.

Ninguém gosta de ser vaiado. Em vez de atacar a torcida, ou parte dela, Roger deveria dar uma resposta dentro de campo, começando por ‘ouvir o que o campo lhe diz’.

Sobre o jogo, o time começou bem e até poderia ter marcado através de Campaz, que fazia boa partida até ser substituído, aos 30 minutos, para Roger ajeitar o time, com um a menos.

A expulsão de Bitelo é algo que eu não consigo explicar. Ele ergueu a chuteira até a cabeça do Perotti. Vermelho direto, e com justiça. Será que o guri está perturbado por saber que vai perder a titularidade?

Bem, aí o time caiu de rendimento. Eu já vi o Grêmio superar esse tipo de problema, jogar com um a menos. Considerando-se a qualidade do adversário, eu diria que o Grêmio podia mais. Tinha obrigação de jogar mais.

E até poderia ter somado 3 pontos se o juiz marcasse o pênalti reclamado pelo tricolor. Não adianta espernear: esses lances de mão dentro da área dependem da interpretação que cada juiz dá, com ou sem ajuda do VAR.

Outro fator que pesa nessas decisões é a cor da camisa. É impressionante como esse pessoal tem dificuldade para marcar pênalti a favor do Grêmio, como aconteceu em Chapecó.

Já com o Inter, acontece o oposto. Parece que o pessoal de preto tem facilidade em marcar lances importantes para o Inter.

Além do pênalti e da expulsão, outro aspecto que pesou para o time não romper o ciclo de empates fora de casa foi a saída de Ferreira. Ele saiu por lesão. Sem ele o ataque perde poder de fogo. Vamos ver se ele retorna contra o Guarani, dia 5, em Campinas. Sinto cheiro de mais um empatezinho no ar.

Vitória na Arena pulsante

A Arena pulsou. Perto de 44 mil gremistas incentivaram o time, que jogou muito bem no primeiro tempo, caindo no segundo, consequência de mudanças feitas pelo técnico Roger Machado.

O que interessa é que o Grêmio venceu a Ponte Preta por 2 a 1, uma vitória que se desenhava fácil e que ficou complicada, seguindo a escalada rumo ao primeiro lugar.

Semanas atrás eu – e muita gente mais – só queria uma coisa: garantir ao menos o quarto lugar. Ninguém ousava sonhar com algo melhor. O que interessava era a classificação. Hoje, o time já pode pensar em conquistar o primeiro lugar (tenho dificuldade em escrever ‘campeão’ da segundona).

Temos então que o trabalho do técnico Roger Machado está atingindo seu objetivo, e até mais. Como dizem alguns, ele está dando um ‘plus a mais’.

A evolução do time é visível, assim como a sua instabilidade. Ontem, a história se repetiu. O Grêmio conseguiu impor-se plenamente no primeiro tempo. Mas não manteve o padrão de jogo inicial.

A saída de Geromel, poupado, contribuiu para a barafunda em que se transfomou o sistema defensivo. Nem dá pra culpar o Rodrigues, que está há tempo sem jogar. O fato é que o time desandou, o que não poderia acontecer.

A entrada de Lucas Leiva nada acrescentou, o que é natural. Eu esperava que ele fosse entrar lá pelos 30 ou 35 minutos justamente para manter a estrutura e não correr risco. Também Guilherme não somou, e até perdeu uma chance de gol (espero que ele jogue mais do que jogava em seu início).

O fato é que as mudanças deram novo ânimo à Ponte, que por detalhe não empatou o jogo, o que seria um desastre. Roger ouviria poucas e boas.

Destaque no jogo para Diego Souza, que fez um gol de bicicleta, coisa que não se espera de um jogador veterano e pesado.

No mesmo nível, e até acima, o paragaio Villasanti, com desarmes e assistências de qualidade. Os dois gols foram com assistência dele. Desconfio que ele e Lucas formarão a dupla de volantes. Bitelo pode jogar na meia ou ir para o banco. Os três formariam um trio de alta movimentação, marcando, articulando e fazendo gols.

Outra coisa: Roger acertou em não começar com Lucas, e isso ficou provado na prática. Vale o mesmo para Guilherme.

Vamos ver o time que o técnico irá escalar para enfrentar a Chapecoense, terça, às 18h30. Roger começa a conviver com a fartura.

O Olímpico e o calor pulsante da Arena do Grêmio

TEXTO DE COPIÃO DE TUDO – Fonte: MAURÍCIO BRUM (twitter)

Recebi um print interessante sobre este assunto, e após mais algumas pesquisas acrescentando mais alguns dados, verifica-se na comparação da última década do desempenho do Grêmio no Estádio Olímpico com a primeira década da Arena que nós tivemos desempenhos até parecidos, mas com melhores números e resultados desde a inauguração de nossa nova casa com mais Taças.

OLÍMPICO: entre janeiro/2003 a dezembro/2012 disputamos 320 partidas no velho casarão com 201 vitórias, 67 empates e 52 derrotas = 69.79% desempenho.

No Brasileirão: 01 vice, 02 terceiros , 01 quarto e 01 sexto lugar.
Na Copa do Brasil: 02 semis-finais, 01 quartas de final.
Na Libertadores: 01 final, 01 semi-final, 01 quartas de final.
No Estadual: 03 taças (sem apoio de apito amigo).

ARENA: entre dezembro/2012 à julho/2022 (incluindo a inauguração) disputamos 332 partidas (faltam 10 ainda este ano na série B) com 206 vitórias, 71 empates e 55 derrotas = 69.20% desempenho.

No Brasileirão: 01 vice, 01 terceiro, 03 quartos e 01 sexto lugar.
Na Copa do Brasil: 01 taça, 02 finais, 03 semi-finais, 03 quartas de final.
Na Libertadores: 01 taça, 02 semi-finais, 01 quartas de final
Na Recopa: 01 taça
No Estadual: 05 taças (sem apoio de apito amigo).

Esta comparação evidencia bem a realidade, pois nos dois períodos analisados houve campanhas baixas pelos dois rebaixamentos (um em cada década) mais o ano de disputa na série B em 2005 & 2022.

Será possível melhorar ainda mais o desempenho na nossa poderosa Arena porque temos mais 10 jogos a disputar em casa este ano até dezembro nesta 10ª temporada em nosso novo casarão, e assim, bastariam mais 7 vitórias nesses 10 jogos para suplantar o melhor desempenho.

Considerando esta grande amostragem acima com mais de 300 jogos nos dois Estádios, dá pra dizer SIM que a mudança para a Arena aumentou nossa força de jogar em casa devido o calor imenso da torcida, cuja pesquisa bem recente nos elevou ao patamar de a mais fiel do Brasil.

É evidente que todo Gremista sente saudades de nosso velho casarão onde tivemos momentos épicos lá dentro desde 1954 (eu a partir de 1970), mas, nossa largada na Arena é algo muito positivo compararando também com a fase esdrúxula de nosso rival que vem há 12 anos sem taças, “salvo” aquelas da FGF com apito amigo amestrado e somados aos xiliques do garnizé argentino, aquele Líder de 12 anos NA FILA que no meio do caminho ainda pulou de La Barca rebaixando seu time.

INTERINO: Copião de tudo

Grêmio joga acadelado e fica só no empate com o modesto Brusque

Se o treinador é o mesmo e os jogadores são os mesmos, por que o time caiu tanto de rendimento em relação ao jogo anterior, quando goleou, criou uma abundância rara de situações de gol e nos induziu a pensar que o time finalmente havia encaixado.

Bem, eu continuo achando que o técnico Roger Machado acertou a mão, mas em meio ao floreio de sua linguagem nas entrevistas (‘tempo de campo’, o que significa isso?) desviou do caminho.

Quando se esperava que ele iria se impor – quase uma obrigação pela diferença técnica entre o Grêmio e o Brusque – mesmo na casa do adversário, eis que Roger aponta que em seu sangue corre o sangue dos acadelados. Aqueles que defendem em qualquer circunstância que empate fora de casa é vitória, e por isso se retraem no campo.

Tem muita gente que pensa assim, eu mesmo custei a entender que um time da grandeza do Grêmio não pode se michar nem contra grandes equipes, o que dirá contra times modestos como o Brusque.

A cultura do empate fora é muito forte no Rio Grande do Sul.

Poucos técnicos têm ‘cabelo no peito’ para enfrentar a pressão dos admiradores de o centroavante aipim e do volante brucutu. Aqui no Estado, o mais recente é Renato Portaluppi. Mesmo ‘sem treinar’, ele armou um time que entrentava destemidamente qualquer adversário, em qualquer lugar, para horror dos defensivistas, um pessoal que abunda nas salas da direção, dando palpite e corneteando até aqueles que vencem e dão títulos.

Renato acabou com o discurso desse pessoal que defende uma ‘retranquinha amiga”, como fez o Roger nesta noite fria de terça-feira, quando posicionou o time atrás e pouco criou ofensivamente.

O time achou um gol e depois levou um gol de cabeça. Não percebi em nenhum momento qualquer iniciativa do técnico tricolor para fazer o time jogar um futebol à altura do seu potencial.

O empate por 1 a 1 , com os goleiros sem trabalhar, reflete o que foi o jogo, pobre tecnicamente e, no caso do Grêmio, uma preocupante falta de ambição.

Grêmio encaixa, ganha corpo e reserva sua vaga na série A/2023

Depois do que vi neste sábado, na Arena, não tenho qualquer dúvida em sentenciar que o Grêmio carimbou seu passaporte para a série A/2023. A atuação alentadora e a vitória por 3 a 0 sobre o Tombense, que não perdia há nove jogos, sinalizam ainda que o time vai agora brigar pelo título.

A volta de Ferreira, conforme escrevi na semana passada, mudou a cara assustada e insegura do time, que já começa a crescer, inclusive no setor que mais preocupava: o meio de campo. O time evoluiu também aí, e vai crescer mais com o ingresso de Lucas, que vai contribuir com sua experiência e técnica.

Outra coisa que respalda meu, digamos, otimismo, é que nesse jogo de um sábado chuvoso no Estado a torcida não ser intimidou e compareceu com seu calor na Arena, incentivando os jogadores do começo ao final.

Inclusive com uma justíssima ovação ao melhor jogador em campo: Diego Souza, autor de dois gols de pênalti e participação efetiva em várias situações de ataque, com sua clareza para sempre vislumbrar a melhor jogada, o que foi enaltecido pelos comentaristas da TV.

Voltando ao campo: Geromel mais uma vez foi soberbo. Imagino o nosso geromito ao lado de Kannemann, com Lucas, Diego Souza e Ferreira, todos jogadores de primeira linha para a série A.

O Grêmio está encaixando, e isso é mérito do piloto Roger Machado, que conseguiu superar um forte período de turbulência e hoje se encaminha para seguir em voo de cruzeiro,

É claro, ao menos para mim, que essa situação de Roger foi atingida graças à presença de Ferreirinha, que abriu um novo cenário ofensivo e permitiu que Roger fizesse alguns ajustes.

Importante destacar que quando o time começa a crescer, as peças menos favorecidas técnica e intelectualmente também evoluem. È os caso dos dois laterais, em especial o Nicolas, e do Campaz.

Destaque ainda para Bitelo, um achado do Roger. O guri evolui a cada jogo, mesmo com altos e baixos. O gol que ele marcou mostra que está começando a aparecer mais na área para concluir. Ele me lembra muito o Luís Carlos Goiano: futebol discreto e eficiente.

Então, não é para ser otimista? A volta à primeira divisão nacional está encaminhada. É o que a gente queria. Mas a gente sempre quer mais. Vamos em busca do primeiro lugar (o Cruzeiro não está com essa bola toda).

Ferreira dá nova cara ao time, que começa a garantir sua volta à série A

O Grêmio confirmou seu favoritismo, venceu o Náutico por 2 a 0, e começou a consolidar sua presença no G4, encaminhando a classficação para a série A em 2023.

Tudo isso em função de um toque a mais de criatividade e talento individual de Ferreira. E isso que ele recém começa a voltar de uma longa ausência.

Ferreira foi o segundo protagonista da noite, superado apenas por Geromel, com outra atuação esplendorosa. Ferreira fez o primeiro gol, um golaço, e pratagonizou outros lances de qualidade, alternando com jogadas irritantes.

Não é por que ele acabou se destacando e fazendo a diferença que vou deixar de lembrar o gol que ele perdeu ainda no primeiro tempo, após ser ‘pifado’ por Diego Souza.

Mas entre erros e acertos, Ferreira provou que com ele o ataque do Grêmio é outro, mais ousado e criativo, capaz de levar o time a assumir um terceiro ou até um segundo lugar.

As chances de isso acontecer crescem também a partir da entrada de Lucas, uma liderança que hoje falta ao meio de campo.

Foi a melhor atuação do time na competição. Foi um início apático, mas aos poucos o time foi tomando conta da partida. Tanto que o jogo foi disputado praticamente no campo do adversário,

O segundo gol, de Bruno Alves, deu mais tranquilidade ao time , ainda emocionalmente instável.

No final, um lance curioso: Manoel Elias escapou em velocidade e ficou diante do goleiro. Como sempre acontece, chutou no corpo do adversário. No rebote, a bola sobrou para Diego Souza, que também perdeu o gol. Temos, então, o pior finalizador e o goleador do time perdendo gols ‘feitos’.

O fato é que Ferreira deu nova cara ao ataque gremista.

Por falar em nova cara, gostei do Pedro Lucas. Em 25 minutos ele mostrou que no mínimo merece novas, e melhores, oportunidades. O guri tem talento e é atrevido.

Protagonistas da Batalha dos Aflitos voltam a se encontrar na série B

Quase duas décadas depois, eu me encontro aqui, com mais rugas e cabelos brancos que a tintura ameniza, para o primeiro encontro entre Grêmio e Náutico pela série B desde a Batalha dos Aflitos.

Eu estava sozinho em casa. Foi muita emoção. Muito sofrimento. Até a explosão de alegria com o gol do moleque Anderson…

Um dia irei escrever sobre as minhas grandes emoções no futebol. Está aí um bom tema de casa para os parceiros aqui do blog. As cinco maiores emoções.

Nesta singela homenagem, recorro à ZH, que fez um belo trabalho lembrando os protagonistas daquela tarde inesquecível.

Lembrando que jogo começas às 21h30, na Arena. Grande oportunidade para somar três pontos e consolidar a posição no G4.

Os heróis da tarde épica

ANDERSON

Um dos grandes protagonistas da Batalha dos Aflitos começou a partida no banco de reservas. Já vendido ao Porto-POR, passou a temporada de 2005 sendo utilizado de forma pontual por Mano Menezes. O autor do gol do título, teve um início de carreira impressionante. Foi comprado pelo Manchester United em 2007 e, em 2008, eleito o melhor jogador jovem do mundo. Antes de voltar ao Brasil, teve uma rápida passagem pela Fiorentina. Assinou com o Inter em 2015 e acabou rebaixado com a equipe em 2016. Atualmente é empresário, mas sem relação com o futebol.

MARCELO OLIVEIRA

O zagueiro foi um dos jogadores que terminaram a Batalha dos Aflitos. Entrou nos minutos finais da partida, na vaga de Lipatin, para tentar evitar que o Náutico conseguisse empatar ou buscar a virada. Após a passagem pelo Grêmio, seguiu em atividade até o passado. Defendeu o Santarritense na Segunda Divisão do Campeonato Mineiro. Anunciou a aposentadoria como jogador e assumiu como técnico da categoria sub-17 da equipe. Foi demitido em maio e está sem clube. 

GALATTO

O herói da conquista do título e da classificação nos Aflitos ficou por mais duas temporadas no Grêmio. Uma série de lesões o atrapalharam na sequência após o retorno para a Primeira Divisão. Rodou por times da Europa, na Bulgária, Espanha e Suíça, voltou para o Brasil, quando defendeu Athletico-PR, América-RN, Criciúma e outros clubes. Anunciou a aposentadoria dos gramados em 2015. Três anos depois, concorreu a deputado federal, mas não foi eleito. Atualmente, vive em Gravataí, cursa a faculdade de Educação Física e administra imóveis. Comanda um projeto com Marcelo Grohe para treinar jovens goleiros.

PEREIRA

Foi um dos que permaneceu no clube durante muito tempo, sendo, inclusive, vice-campeão brasileiro em 2008, comandado por Celso Roth. Jogou até o começo de 2016, quando se aposentou com a camisa do Juventude. Chegou a trabalhar como gerente de mercado do Coritiba, mas não seguiu muito tempo no cargo.

DOMINGOS

Mais um que foi expulso naquele jogo, no seu último com a camisa do Grêmio. O zagueiro estava emprestado ao clube gaúcho pelo Santos, para onde retornou depois do término da Série B. Jogou até 2020, quando se aposentou com a camisa do São Caetano, do ABC Paulista. 

LUCAS LEIVA

Fez sua estreia como profissional na Série B. Terminou como um dos jogadores em campo na Batalha dos Aflitos, mesmo com apenas 18 anos. Virou titular e protagonista da equipe em 2006. Foi vendido ao Liverpool em 2007, por onde atuou em 10 temporadas. Seguiu para a Lazio e retornou ao Grêmio no final de junho.

SANDRO GOIANO

Ficou marcado como o exemplo de raça daquela equipe. Depois de ajudar o Grêmio a subir, permaneceu por mais duas temporadas no Tricolor, inclusive sendo titular na campanha do vice-campeonato da Libertadores em 2007. Quando deixou Porto Alegre foi para o Sport, onde foi campeão da Copa do Brasil com o time pernambucano. Após encerrar a carreira no Paysandu, em 2011, se tornou dirigente, trabalhando no América-SP e novamente no Sport. Hoje reside em Goiânia com sua família.

ESCALONA

Foi o primeiro a ser expulso na Batalha dos Aflitos, antes da confusão acontecer em Recife. Ficou no Tricolor em 2006 e, casualmente, no ano seguinte defendeu as cores do Náutico. Depois disso, voltou para seu país natal, encerrando a carreira em 2012, no Curicó Unido. Vive até hoje em Santiago.

MARCELO GROHE

Formado nas categorias de base do clube, o goleiro teve de esperar a sua oportunidade de assumir a condição de titular. Virou um dos ídolos atuais do clube pelas participações de destaques nas conquistas da Copa do Brasil de 2016, Copa Libertadores de 2017 e da Recopa Sul-Americana de 2018. Aos 35 anos, segue em atividade. Foi comprado pelo Al Ittihad, da Arábia Saudita, no início de 2019.

SAMUEL

Terminou 2005 como artilheiro do clube na temporada, com 11 gols. Mesmo com a grife de ter passados pelas categorias de base do Flamengo, do Cruzeiro e do Grêmio, nunca teve oportunidades em clubes de maior expressão após deixar o Tricolor. Rodou pelo Brasil até 2014, quando defendeu o Bonsucesso no Carioca. Está aposentado desde o encerramento de contrato com o Bonsucesso.

ALESSANDRO

O lateral também era uma das peças de confiança do técnico Mano Menezes no grupo. Mesmo com Patrício como titular, teve algumas oportunidades em momentos importantes após a Batalha dos Aflitos. Seguiu para o Santos em 2007 e depois acertou com o Corinthians em 2008 para repetir a parceria com Mano. Como capitão da equipe, conquistou a Libertadores em 2012 e o Mundial. Após a aposentadoria em 2013, passou a atuar como dirigente. É o atual executivo do futebol do Corinthians. 

MARCO AURÉLIO JACOZINHO

Foi um jogador que teve papel secundário no grupo que disputou a Série B — fez nove jogos na competição e marcou um gol. Saiu do Grêmio em 2006 e passou a rodar por diversas equipes de menor expressão do futebol brasileiro. Teve uma experiência na Áustria em 2007, mas retornou ao Brasil em 2008. Encerrou a carreira como jogador em 2016 e atualmente é o gerente de futebol do Garibaldi.

LIPATIN

O centroavante uruguaio chegou ao Grêmio na última leva de reforços para a Série B. Mesmo que tenha jogado apenas nove partidas, teve participação decisiva na reta final. Marcou duas vezes contra o Santa Cruz. Seguiu no futebol por mais cinco anos, com três temporadas em Portugal. Virou empresário de jogadores. Trabalha com nomes conhecidos do torcedor gremista, como o zagueiro Bressan.

MARCELO COSTA

Camisa 10 daquele time, o meio-campista permaneceu no Tricolor e foi campeão gaúcho na temporada seguinte. Deixou a equipe gaúcha no meio do ano de 2006 e foi contratado pelo Palmeiras, onde não conseguiu repetir o bom desempenho. Ainda jogou no Juventude, no Caxias e no Paysandu. No clube paraense, foi diagnosticado com insuficiência renal em 2016, quando abandonou os gramados. Em 2020, fez um transplante de rim e vive bem.

PATRICIO

Ficou marcado por dar um peitaço no árbitro Djalma Beltrami. Seguiu no clube até 2007, quando foi titular no vice da Libertadores — o Tricolor perdeu para o Boca Juniors na final. Depois, defendeu outros clubes do Brasil e se aposentou no Caxias, em 2010. Recentemente, trabalhou como auxiliar-técnico de Bolivar, ex-jogador do Inter, mas atualmente está sem clube.

Por minha conta: se não fosse Patrício peitar o juiz o Grêmio não teria vencido.

NUNES

Outro a ser expulso naquele jogo. Ficou no Grêmio até 2008 e depois perambulou por clubes do Brasil, mas principalmente no interior do Rio Grande do Sul. Jogou até 2020 pelo São Paulo de Rio Grande. 

RICARDINHO

Chegou com Marcel do Palmeiras para a Série B. Revelado nas categorias de base do Santa Cruz, era um dos xodós da torcida. Foi o artilheiro gremista, empatado com Samuel, na Série B. Marcou seis gols em 16 jogos. Teve uma carreira de relativo sucesso após voltar ao Palmeiras. Foi negociado com o futebol coreano, mas voltou ao Brasil para defender Figueirense e Botafogo. Rodou por clubes de menor expressão e encerrou a carreira em 2017 no futebol paraibano. Trabalhou como técnico nas categorias de base do Mixto e observador do Grêmio.

MARCEL

O meia foi uma das últimas contratações do Grêmio para a disputa da Série B. Chegou emprestado pelo Palmeiras com a indicação do técnico Mano Menezes. Atuava como um meia-atacante pelos lados do campo, e era jogador de confiança da comissão técnica. Não contava com a simpatia do torcedor, mas foi importante na campanha. Marcou três gols em 23 partidas. Seguiu com Mano para o Corinthians em 2008, para conquistar novamente o acesso com o técnico. Encerrou a carreira no futebol carioca. Conquistou as Copas Rio de 2014 e 2015 com o Rezende e segue atualmente como auxiliar-técnico do clube. 

Ver o Grêmio jogar tem sido muita sofrência

O Grêmio continua irritando e decepcionando seu torcedor, repetindo o que faz desde o começo do campeonato.

Agora, pelo futebol que vem ‘cometendo’ sob o comando de Roger Machado não seria de reclamar, ao menos não com a ênfase que se vê nas redes sociais.

No fundo, o torcedor reclama de barriga cheia, porque apesar de tudo o time segue na zona de classificação.

Conforme escrevi outro dia, o Grêmio ‘corre risco’ de ficar em quarto lugar, atin gindo seu objetivo, que é voltar à série A.

Outro perigo, para mais adiante, é que com esse diretoria, esse comando de futebol e esse treinador, o Grêmio volta, mas com a ameaça de cair de novo, o que seria suprema humilhação.

Nesse empate com o Bahia, o GRêmio se superou em ruindade. O adversário chegou 18 vezes, inclusive com bola na trave, enquanto o tricolor teve seis finalização, nenhuma com perigo, salvo engano.

Repito o que escrevi lá atrás: o Grêmio vai lutar até o último minuto pela quarta vaga.

Hoje pensei seriamente em cancelar minha assinatura premiére.

Assistir aos nossos jogos tem sido um martírio. É pagar para sofrer. E é muita ‘sofrência’.

INDIVIDUALIDADES

Evito comentar sobre os jogadores. Alguns deles não têm condições de vestir a camisa do Grêmio. Agora, num time mais organizado, parte deles poderia render mais. Felizmente, os concorrentes não assustam, como se viu hoje com o Bahia.

Se o Grêmio melhorar uns 10 por cento ganha a quarta vaga.