O Fator Jean Pierre

Já está complicado ao natural, com o time jogando um futebol instável, por vezes decepcionante. Só faltava uma treta extracampo envolvendo justamente o Jean Pierre, apontado craque por muitos – está diminuindo esse ‘muitos’.

O jovem meia foi flagrado, quinta-feira, numa festa tipo pagode, com churrasco, claro. A maioria dos presentes vestida de vermelho. JP parecia um Lord, muito à vontade, tão à vontade que não usava máscara.

É claro que o atleta tem direito de aproveitar suas horas de folga do jeito que quiser. Agora, não pode é negligenciar em termos de sua saúde, ameaçando seus companheiros e comprometendo todo um trabalho.

A torcida ficou indignada, manifestando sua revolta pelas redes sociais.

JP, que tem perdido prestígio junto aos gremistas, poderia considerar que estamos numa semana Grenal, um jogo importante para o Grêmio manter sua hegemonia no Estado e iniciar uma nova tentativa no Brasileirão.

Esse tipo de atitude de um profissional na terra do clássico com mais rivalidade no país não pega bem. JP dá a impressão de que não está comprometido, uma imagem que ele tem construído a cada jogo.

O torcedor cobra, e cobra forte, por vezes é cruel.

JP terá de jogar muita bola no clássico, principalmente no quesito garra, aplicação tática, movimentação intensa e combatividade.

Por outro lado, a direção e Renato devem cobrar mais atitude do jogador, mas sempre tratando de não desvalorizar seu patrimônio.

Nada pensar em deixar JP no banco ou fora do jogo, como cogitam alguns torcedores.

Aí seria punir o clube, até porque não tem ninguém para a função de JP.

AFASTAMENTO

Grato a todos que manifestaram preocupação com minha saúde. Estou melhor, mas debilitado.

O desabafo do grande Capitão Maicon e a rotina de empates do Tricolor

Muito difícil mensurar o nosso Grêmio após a queda do Maestro Maicon devido  idade que chegou pra ele e chega a todos nós. Quem não aceita isso é mulher do padre. Com ele no auge ganhamos títulos importantes desde setembro/2016, e mantivemos a hegemonia no Estado. Ninguém pode contestar isso porque estamos na seca a dois anos quando ele parou de protagonizar, em 2018.

Maicon está encravado como um dos maiores jogadores de nossa história rica de desempenhos & Taças devido ao seu alto envolvimento nesse percurso dele no clube, elenco e time desde 2015, nada apagará mais isso, é um fato.

Importante destacar o momento de emoção do grande líder na coletiva pós-empate por 1 a 1 com o Galo.

 –Venho a cada dia tentando melhorar. Tem sido muito difícil para mim, porque quero jogar e não consigo — desabafou — Mas vou continuar trabalhando, porque ainda tenho muita coisa para ajudar a equipe.

O JOGO

O Grêmio hoje esteve à deriva durante boa parte devido a um pênalti acidental. Thaciano já entrou errado na escalação. Aí é responsabilidade do Renato. Agora, com qualquer escalação, o time deveria entrar mordendo e acelerando o jogo em busca dos 3 pontos, mas o bombadinho e tatuadinho treinador do galo entrou com 3.4.3 e atrapalhou nosso ”planejamento”, e os guris do time azul de novo não funcionaram.

Mas, nosso Capita & Maestro Maicon entrou e ajeitou a casa mais uma vez com seus toques de classe. Ajudou muito para arrancar mais um ponto precioso na tabela que ainda pode nos dar um G3 ou G4. Afinal, temos um treinador que sabe o que faz até nas dificuldades e lá se vão 16 jogos invictos nesse Brasileirão mesmo com tantos empates que não somam quase nada no contexto da competição.

Achei o Kannemann e Diego Souza os melhores do Grêmio, mas a partir da entrada do Maestro Maicon, com 35 anos, exuberante no meio, mais o Ferreira na do Pepê e LF na posição do Alisson, o jogo mudou e empatamos, com o galo assustado e torcendo para o jogo acabar.

GRENAL

Não consigo aceitar outro resultado diante do Grenal que não seja a vitória, pois vamos colocar ordem no estado e na tabela para fazer justiça porque cada Grenal é um campeonato à parte, e que se faça valer nossa superioridade sobre eles a 11 Grenais ou 2 anos & 5 meses, mesmo que seja lá dentro do aterro deles.

SOLIDARIEDADE

Total e irrestrita ao Blogueiro que sofreu uma agressão covarde e canalha. É lamentável que de um blog que trata de futebol, especificamente de Grêmio, brote tento ódio. E isso envolvendo  torcedores do mesmo clube.

Esse episódio mostra que a sociedade está doente, mais do que se imagina.

Que pena. Somos todos Gremistas e acho que é uma insanidade absoluta sempre transferir a outros qualquer acusação para fazer valer alguma tese própria de “possível” superioridade, pois nas redes sociais, somos todos iguais: engenheiros, Jornalistas, bancários, estudantes, médicos, juristas, Gremistas e seguidores de blogueiros, cada um de acordo com seu caráter, apoiando os seus amigos em qualquer espaço de análise, opinião & debates, mas com equilíbrio e sem enfrentamentos radicais e raivosos.

Desejo pronta recuperação do titular deste espaço, nosso Ilgo Wink. Um espaço que deveria ser de confronto de idéias, num ambiente de harmonia e confraternização.

Afinal, somos todos gremistas. Ou não?

Tenho dito.

COPIÃO DE TUDO – INTERINO

Títulos em jogo e um Grenal no meio do caminho

A prioridade era a Libertadores. Sonhava com o Tetra. Aí, nas quartas de final, como quem não quer nada, uma gurizada do Santos deu de relho em meu sonho, com direito a uma goleada de 4 a 1.

Hoje, minha prioridade é outra.

Seria conquistar o Brasileiro, o primeiro na era dos pontos corridos. A última vez em 1996. Eu ainda não tinha cabelos brancos. Faz tempo.

Depois a Copa do Brasil, que está logo ali, apenas 180 minutos distante. A Taça do Hexa, tão próxima que me fez lembrar uma canção do Guilherme Arantes:

“Quando a vi, logo ali, tão perto
Tão ao meu alcance, tão distante, tão real…”

Confiram:

https://www.google.com/search?q=tao+ao+meu+alcance+tao+distante+tao+real&oq=t%C3%A3o+ao+meu+alcance%2C+t%C3%A3o+real&aqs=chrome.1.69i57j0i22i30.7295j1j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Minha torcida, a partir desta noite de quarta-feira, às 19h15, na Arena, será sempre por vitória do Grêmio, claro. Mas diante da inviabilidade do título nacional, mais uma vez, a prioridade será secar o coirmão, tão sofrido nos últimos anos.

Então, no caso do jogo contra o Atlético Mineiro, o melhor para o meu objetivo (impedir que eles cheguem lá) é que o time mineiro vença. Racionalmente falando.

Ah, com o bônus de ver SamPaoli arrasado.

Mas meu lado torcedor é muito forte. Eu quero que o Grêmio ganhe e encoste no jabuti vermelho, para depois recolocar as coisas em seus devidos lugares com uma grande vitória.

Seria como um título de expressão. Um troféu simbólico.

Agora, eu sei que o Grêmio não tem fôlego nem estofo para jogar em alto nível até o final. As atuações e resultados recentes mostram que o Grêmio tem time para, digamos, um ou dois enfrentamentos a cada três ou quatro jogos com qualidade suficiente para vencer, e não colocar mais uma empate na lista.

Agora, por exemplo, o Grêmio tem quatro jogadores titulares pendurados com o cartão amarelo: Geromel, Vanderlei, Kannemann e Matheus Henrique. Imagine jogar o Grenal de domingo sem eles. Melhor não imaginar.

Então, tudo indica que Renato, no caso, sabiamente, vai reservar força máxima para o clássico. Um vitória desarruma a casa do adversário e posiciona melhor o tricolor na competição.

Resumindo, não vejo o Grêmio em condições de vencer os dois jogos desta semana. Seria demais para um time tão instável, que empolga e decepciona. Às vezes no mesmo jogo.

Mas ninguém está proibido de romper com uma tendência.

Maicon entra, arruma a casa e Grêmio consegue o empate

Depois de ‘cometer’ um primeiro tempo que é pra não esquecer – para que não se repita de tão escandalosamente ruim-, o Grêmio não melhorou grande coisa, mas ao menos foi digno no enfrentamento com o Palmeiras. E até deixou a torcida com esperança de que nos duelos pelo título da Copa do Brasil tudo será muito diferente. Até porque o técnico Renato terá à sua disposição o capitão Maicon. Só não digo que é Maicon e mais dez porque não sei como o “véio’ está para suportar a pegada atual do futebol por muito tempo.

Nos dez minutos em que o capitão jogou – eu ia escrever ‘esteve em campo’, mas aí estaria falando do elegante Jean Pyerre -, o Grêmio foi realmente ameaçador e merecedor de crédito na corrida pelo Brasileiro e, principalmente, pela Copa do Brasil. Ah, não é exagero referir que até JP melhorou.

O goleiro Weverton, que não trabalhou no primeiro tempo, salvou o Palmeiras com duas grandes defesas, mas acabou caindo aos pés do matador gremista, o veterano Diego Souza, que, apesar da idade, corre mais que muito guri.

Mas o que foi o gol de DS, que passou o primeiro tempo em completo abandono na frente, só reclamando de solidão?

Ah, o gol, obra de arte, tem a assinatura de Maycon. Ele recebeu dentro da área, e todos já sabiam o que aconteceria. Ele enfiou na medida para Luiz Fernando, que cruzou com para o goleador gremista mandar para a rede. Quer dizer, os dois reservas entraram e juntos construíram a jogada do gol de empate. Destacando Luiz Fernando, um jogador sem grife, mas muito útil.

Festejo o empate como se fosse uma vitória. Não fosse a imperícia palmeirense nas conclusões e as defesas de Vanderlei, o Grêmio teria leva pelo menos mais uns dois ou três gols no jogo, em especial na primeira etapa.

REsta saber se Renato prestou atenção para que o Grêmio não repita atuação tão pífia nesta reta final do Brasileirão e depois contra o mesmo Palmeiras pela CB.

O Grêmio, por mais qualidades que JP tenha, não pode abrir mão de ter um time mais vigoroso, mais rápido e encorpado, até mudando um pouco a forma de jogar que o consagrou.

Pelo que vi nesta noite, JP deve ser reserva de Maycon. Não dá para entrar em campo sem que todos os jogadores estejam comprometidos, determinados e focados. JP de novo deu uma entregada no começo do jogo. Isso é intolerável. Frisando que o gol palmeirense nasceu de uma passe errado de Alison no meio de campo. Em 30 segundos a bola estava na rede de Vanderlei.

Para os próximos jogos, espero que Renato defina Bruno Cortez como titular, já que o Diogo pouco contribui. E isso que eu gostei de sua contratação, sem entrar no mérito dos valores. É um lateral mediano, sem grandes virtudes.

Por fim, elogio à arbitragem de Bruno Arleu de Araújo: sem VAR, sem erros, sem reclamações, como deveriam ser todas.

O exemplo do Santos e o sucesso do Grêmio na base

Quem padeceu nos anos 70 e sobreviveu, como ainda é o meu caso, sabe que bateu o desespero nas direções da época, que contratavam jogadores para formar um time capaz de quebrar a hegemonia do rival. Poucos subiam da base e davam uma resposta à altura. É o caso de Iúra, um guerreiro, um herói nos clássicos grenais. O problema era a companhia.

Lembro-me de um guri da base que era cantado em prosa e verso como futuro craque: Jorge Leandro. Um meia habilidoso, um camisa 10. Eu ainda não trabalhava na imprensa. Eu o acompanhava pelos jornais e nos jogos no Olímpico. Leandro não estourava. Hoje entendo como era complicado para um guri das categorias inferiores jogar naquela crise, com nível de cobrança batendo no teto em função da necessidade.

Leandro se encaminhava da base para o time dos veteranos, até que de repente, não lembro por quê, ele começou a jogar, a desfilar seu talento. Mas Leandro durou pouco. Quando estava se afirmando como um possível craque, eis que ele estoura um joelho. Coisa feia. Nunca mais foi o mesmo.

Com a conquista do título gaúcho em 1977 (sim, vencer o Gauchão sempre é importante), quebrando a humilhante série de oito títulos seguidos do rival, a situação no Grêmio começou a clarear. Foi nesse período que Leandro começou a aparecer. Depois, veio a geração de jovens que levou o Grêmio ao grande título do Brasileiro de 1981, uma das maiores emoções que vivi no futebol. Eu era setorista do Grêmio naquela época. Fazia campanha pelo jornal, o Folha da Tarde, para um melhor aproveitamento dos juniores, citando o Inter como exemplo.

Eu acompanhava os treinos no campo suplementar e sempre que via um jovem se destacando eu fazia matéria com ele. Um exemplo: Paulo Roberto, o coelhinho. Fui a primeiro a escrever sobre ele, que jogava de volante e estava passando para a lateral-direita. Outro caso: Odair, que indiquei para Fantoni prestar atenção. Ele me ouviu e logo o escalou para um amistoso em Canela.

Então, não vejo ninguém com mais autoridade que eu para falar sobre o quanto é importante investir forte na base, e dela extrair jogadores para a conquista de títulos e como receita para os cofres do clube.

O exemplo de 1981 foi mantido nos anos que se seguiram. Nem sempre com o sucesso esperado. Década após década a gente percebe ondas de jovens talentos surgindo e ajudando o clube a crescer, mesclado com jogadores de fora.

Hoje, vivemos talvez a maior onda de todas desde 1970. Nos últimos cinco ou seis anos, o Grêmio revelou grandes jogadores e faturou milhões de euros. Nesse período, o Grêmio ganhou ainda maior projeção no país e no exterior. Cometeu equívocos? Sim. Contratou mal? Sim. Mas os acertos são em muito maior número.

Há quem critique a direção por ter ‘perdido’ Diego Rosa e Tetê, dois jovens talentos da base. Orientados por empresários/procuradores, ele decidiram seguir carreira no exterior. E aí não há cristo que resolva. A direção pode ter vacilado nesses dois casos, mas há outros tantos casos que deram resultado positivo tecnicamente e financeiramente.

Posso estar errado, não pesquisei, mas acho que só o Flamengo faturou mais que o Grêmio desde a chegada de Renato, responsável pela lapidação de Pedro Rocha, Éverton e Petê, entre outros. Deixando claro que essa política na base não é obra do Renato, e sim da direção, que encontrou em Renato um parceiro valioso na lapidação dos talentos.

O que mudou é que agora, depois dos casos Diego Rosa e Tetê, parece estará havendo mais zelo e agilidade na avaliação das promessas. O Grêmio tem feito contratos longos com os mais promissores, se antecipando às garras dos abutres que pairam sobre as categorias de base dos clubes de futebol.

Hoje mesmo se noticia que o clube prorrogou o contrato com o volante Fernando Henrique, 19 anos, para 2024, com multa de 40 milhões de euros. É um investimento que pode ou não dar o retorno esperado. Mas não resta outra alternativa aos clubes se não quiserem perder suas pedras mais preciosas. É um risco, mas não tem outra saída.

No mais, parabéns ao Santos, que, até por falta de alternativa, mandou a campo uma gurizada cheia de ambição e, certamente, com qualidade, sob o comando do técnico Cuca. Deu certo, independente do que acontecer na decisão contra o Palmeiras.

Não é uma fórmula mágica. Mas é um caminho que merece ser melhor avaliado pelos clubes: olhar com mais atenção o guri louco pra jogar do que pegar jogador meia-boca em fim de carreira e de alto custo.

NÚMEROS

Só com a venda de quatro jogadores da base, de 2017 pra cá, o Grêmio faturou R$ 350 milhões: Wallace (33 milhões), Pedro Rocha (45 milhões); Arthur (120 milhões), Jailson, 19 milhões, e Éverton, R$ 128 milhões.

Com Tetê, que o Grêmio ‘perdeu’, foram recebidos, em 2019, R$ 42 milhões.

NUNCA o clube vendeu tanto, tão bem e em tão pouco tempo.

Em meio a tudo isso, uma Copa do BRasil e uma Libertadores.

E há quem diga que o clube tem problema de gestão.

Luta pelo título brasileiro passa por arbitragens isentas e time focado

O multicampeão Cacalo Silveira Martins. do alto de sua experiência e conhecimento das coisas do futebol, afirma hoje em sua coluna que o Brasileirão vai ser decidido mesmo é no apito dentro de campo e no VAR.

Concordo com ele. Lembro-me que no ano mágico de 2017, quando o Grêmio conquistava o tri da Libertadores sob o comando do treinador Renato Portaluppi – é sempre bom repetir -, o Inter disputava a segunda divisão, a segundona, que a mídia vermelha insistia em chamar de série B pra amenizar a dor dos colorados.

Eu estava convencido de que o Inter não cairia, que haveria algum esquema montado para evitar a queda. Afinal, era o time do então presidente da Federação Gaúcha, o colorado Chico Noveletto. Imaginava árbitros comprados, jogadores na gaveta, etc.

Não que eu acredite que esse tipo de coisa prospere no ambiente sadio do futebol, último reduto da moralidade no país. Mas eu creio em bruxas…

Na minha vivência no futebol na condição de jornalista esportivo ouvi muitas histórias. Era um outro tempo, coisa mais amadora, envolvendo pouco dinheiro. Vejam, o árbitro Edilson, conforme denúncia da revista Veja, recebia uns 10 mil para arranjar jogos.

Hoje, neste futebol em que vicejam empresas de apostas e muito dinheiro, investidores, procuradores e empresário, além de dirigentes suspeitos, não se pode afastar de pronto a possibilidade de ações obscuras.

Nem sei como enveredei neste texto por este caminho. A ideia era só dizer que concordo com o Cacalo.

Agora, para concluir, se a gente for analisar com cuidado vai constatar que alguns clubes perderam mais pontos em função de suas próprias decisões, nem tanto por causa de arbitragens.

No caso do Grêmio, há, sem dúvida, erros grosseiros e suspeitos de arbitragens, mas não se pode negar que alguns pontos foram perdidos em jogos em que o time jogou muito descaracterizado e também porque algumas contratações não deram o retorno esperado.

Ainda assim, o time faz boa campanha e é capaz, sob o comando de Renato (especialista em superar desafios), repetir as grandes atuações que teve nesta temporada, incluindo as vitórias em grenais, Libertadores e, principalmente, Copa do Brasil.

VAR anula gol de Pepê e Grêmio empaca no Brasileiro

Levanta a mão quem tinha alguma dúvida de que o Grêmio não venceria o Fortaleza com esse time misto que tem extrema dificuldade para fazer gol em time mediano, e ainda por cima permite situações de gol ao adversário.

Quero dizer que eu nunca acreditei que o time armado por Renato para jogar no Ceará (aliás, tá difícil ganhar dos cearenses lá) conseguiria os três pontos. E torcia para garantir um pontinho, que parece pouco neste momento, mas que pode ser decisivo nessa reta final.

Apesar dessa escassez ofensiva e problemas no setor defensivo, o Grêmio marcou um gol, e foi um golaço. Infelizmente, o juiz, depois de consultar o VAR, anulou o gol de Pepê. Cansei de ver o lance de um suposto impedimento, e continuo com dúvida. O fato é que a rigor ninguém pode criticar a arbitragem por anular, nem se tivesse mantido o gol.

Penso que na dúvida, questão de centímetros, o juiz deveria decidir a favor do ataque. O gol não é momento nobre do futebol?

O time cresceu no segundo tempo com a entrada de Thaciano, em menos de 5 minutos ele participou ativamente de três situações de gol. Ele não é um virtuose da bola como JP, mas compensa com doação, empenho e capacidade de percepção do momento certo de sair de trás para chegar à frente e concluir. Enfim, Thaciano é um jogador útil.

Não condeno o Grêmio (leia-se Renato e Romilgo, a dupla RR) por ter poupado alguns titulares. Numa análise mais rigorosa, qual ou quais dos jogadores que ficaram realmente poderia acrescentar qualidade a ponto de levar o time à vitória? Sem esperar pela resposta de vocês eu respondo: Jean Pierre acordado e Diego Souza. E só.

E eles fariam mesmo a diferença? O Grêmio já perdeu pontos importantes jogando com sua força máxima. O perde-ganha faz parte do jogo. Quem gosta da fórmula de pontos corridos precisa aceitar e conviver com isso.

Bem, não foi o resultado que a gente queria, mas o Grêmio segue no grupo de cima. E aí tudo é possível.

PALMEIRAS

Enquanto o Grêmio tinha seu gol anulado o Palmeiras foi presenteado por uma decisão do VAR. Nos acréscimos, Palmeiras vencendo por 1 a 0, bola não mão de Rony, dentro da área. O juiz marca pênalti. Acionado, o VAR anula a decisão do juiz. Eu vi pênalti mesmo, mas admito que é um lance complicado. O fato é que o Palmeiras levou 3 pontos e o Grêmio apenas 1.

Grêmio não joga bem, mas vence e entra no G-4

É inegável que em seu primeiro jogo do ano, nesta quarta-feira, dia 6, o Grêmio não jogou bem, como aconteceu algumas vezes ao longo do Campeonato Brasileiro, o que é comum numa competição tão longa. Mas o que vale, no final das contas, é a vitória por 2 a 1, e os três pontos obtidos com algum sofrimento e muita preocupação.

Em outras oportunidades, o time foi bem e ficou no empate ou foi derrotado. Desta vez, venceu, e é o que importa, até porque todos reconhecem o enorme potencial do time armado por Renato Portaluppi. Outras vezes, o Grêmio foi aquele Grêmio que esperamos, mas ainda assim não venceu.

Não gostei da atuação contra o Bahia, e duvido que algum gremista tenha gostado. Confesso que não tirava os olhos do reloginho que marca o tempo na tela da TV. Torcia para que o jogo terminasse logo. O Grêmio pode mais, e isso me conforta.

Agora, o que tem de Gremista Vermelho é uma grandeza. Eles abundam nas redes sociais como urubus exalando carniça. Parece que só ficam felizes na desgraça.

São incapazes de reconhecer as qualidades do time, que, como TODOS os demais, de vez em quanto tropeça, deixa escapar pontos ‘ganhos’.

Com todos esses altos e baixos, o Grêmio ingressou no G-4, onde talvez não dure mais que uma rodada. Mas está ali, na briga para ficar no grupo de cima, a dois passos do paraíso, que seria o topo da tabela, onde o São Paulo fincou raízes com uma mãozinha de arbitragens amigas.

Por falar no time do Fernando Diniz, foi goleado pelo glorioso Bragantino. O líder do campeonato, e virtual campeão, foi goleado. Vejam só. Está ruim pra todo mundo.

Fosse com Renato, não faltaria Gremista Vermelho para dizer “viu, é treinador de mata-mata, não de tiro longo”, ou, “Renato negligencia o Brasileirão”, além de outras bobagens, e isso que Renato tem bagagem, aliás muito pesada de tantos troféus.

Já as conquistas de Diniz, que faz um bom trabalho no SP, reconheça-se, cabem numa pochete ou ‘necessaire’.

Então, os Gremistas Vermelhos, amargos e azedos como de costume, poderiam destacar os 13 jogos seguidos de invencibilidade no Brasileiro além de criticar a atuação do time. Seria mais adequado a alguém que se intitula gremista.

Sobre o jogo, valeu pelo gol de Vanderson, jogador de muito potencial. Gostei da vibração e da alegria de Lucas Silva e Matheus Henrique, além de outros, na comemoração do primeiro gol do guri. Bonito de se ver também o choro emocionado de Vanderson.

Por que esses ‘gremistas’ do mal não falam disso? A união do grupo, a camaradagem, um torcendo pelo outro. Tudo isso aparece na tela da TV na comemoração pelo gol.

Atuações-

Destaque para Vanderlei, Kannemann, Lucas Silva (cresce a cada jogo) e Alison.

LIBERTADORES

Tudo se encaminha para uma final brasileira. Mas ainda acho que o Boca pode chegar. Já o Palmeiras encaminhou a vaga com os 3 a 0. Mas tudo é possível na Libertadores.

INTERINO

Meus agradecimentos ao Copião de Tudo por cuidar deste espaço com tanto carinho e competência.

Base gremista confirma ótimo trabalho no percurso de Renato

Surgiu notícia que o Valdívia, ex-BBinter está livre no mercado, de grátis, na reserva do Avaí, na segunda divisão, 9º na tabela, sem propostas, e isso me faz lembrar alguns fatos.

Falam tanto que o Grêmio não sabe lançar garotos, perde tempo, que lança muito tarde, que Renato gosta de bruxos, mas analisando os dois lados da gangorra Grenal de 2014 à 2020, quanta balaka fria, pois temos o seguinte quadro:

No Inter com rombos de um bilhão no caixa, babaram dimoaaaaaiiiiisssss na “mídia vermelha” desde 2014 apontando os vários fenômenos: Dourado 100 mi de euros, Valdívia, Sasha, Ferrareis, Andrigo, Maurides, Aylon, Cláudio Wink, Geferson, Alan Luiz, Heitor, Zeca projeto Catar/2022, Nonato melhor que MH, Álisson farias, Keiller, Brenner, Léo Ortiz, Robinson, Uendel, Danilo Silva, Ruan & outros …

… Por onde andam, quanto renderam, quem são titulares, tem propostas ?????

No Grêmio enquanto isso, tão criticado pelos urubus, de 2014 para cá, o clube revelou e vendeu: Fernando, Alex Telles, Wendel, Luan, Ramiro, Wallace, Pedro Rocha, Jailson, Arthur, Marcelo Grohe, Tetê & Diego Rosa ainda “na base”, Cebolinha, Guilherme…

E temos ainda: Rodrigues, MH, Darlan, JP, PP, Ferreirinha, Isaque, Patrick, Lima e outros se valorizando …

E estão subindo: Rildo, Guilherme Guedes, Vanderson, Elias, Fabrício, Da Silva, Gui Azevedo, Léo Chú, Pedro Lucas entre outros.

Do total desses 30 & “poucos”aí, já passaram pelas mãos do MITO Renato Lapidador em 4 anos 24/25 garotos, 2 deles foram muuuuuito bem vendidos “DA BASE”, outros 11 foram muito bem negociados “treinando NO CT” e pelo time titular, e temos 9 deles saindo da “prateleira”, OU SEJA …

#FORA ROMILDO que não sabe nem contratar, nem manter Treinador, nem manter Superavit.

#FORA RENATO que só escala seus bruxos, ‘não ganha taças e não dá chances a garotos promissores’.

É dose essa urubuzada, quanta corneta besta sem fundamento.

E tenho dito!

TEXTO DE AUTORIA DO COLABORADOR ‘COPIÃO DE TUDO’

Grêmio do Renato cala Murumbi e a MÍDIA do eixo RJ/SP/RS outra vez

Texto de Copiao de Tudo, colaborador do blog:

Era um jogo cascudo daqueles valendo uma final, aí, mais uma vez nosso tricolor apronta em SP deixando a mídia PARCIAL paulista, carioca e a vermelha gaúcha raivosa e de boca aberta nos argumentos e nos olhares, foi bem visível isso, pois o GuarDiniz esperava aquele Grêmio frágil no meio campo do jogo de Santos, mas, Renato deu o real “nó cirúrgico & tático” entrando com o titular Álisson e o combatente volante Lucas Silva, ai, o “treinêru” do SP se acadelou e não soube sair da arapuca.

Nosso 1° tempo foi impecável com cuidados, marcação forte, uma bola na trave, uma BIKE do DieGol Showza raspando o poste, uma cabeçada do Kannemann, um Leão outra vez raspando a trave, e uma boa escapada do Pepeléguas com finalização em curva quase acertando o ângulo do Thiago Volpi.

GuarDiniz saiu perdido no intervalo e voltou querendo pressionar, mas Renato continuou atento e orientando nosso bom meio onde o escondido JP tinha LS de escudo, aí, foi só controlar o jogo fazendo de Vanderlei um expectador do jogo durante 98 minutos.

Como frizei num comentário anterior, Álisson voltou como se não tivesse lesão, e LS deu força e apoio no meio sendo dois jogadores importantes junto aos outros 9 nessa chegada à mais uma final da CB, a nona em 31 anos de disputa.

“Vamos tricolor, queremos a Copa, a banda tá louca e eu, quero te ver campeão”

Agora vamos rumo ao Hexa, eu acredito, pois mais uma vez e merecidamente chegamos em outra final de uma Grande Taça nessa ótima dobradinha vencedora de Bolzan & Portaluppi que formam uma dupla infernal a quase CINCO anos, pois parece que o divórcio será mesmo só em dezembro de 2022 “independentemente” da Taça para desgosto de alguns por aí.

Quem não aposta nesse Treinador Mito vitorioso deve estar com as barbas de molho “mais uma vez”, pois o tal ciclo vai durar por 6 anos e 3 meses.

Eu ACREDITO.
Feliz Ano Novo à todos, com mais taças.