Grêmio bate o Cruzeiro e time titular começa a ganhar corpo

Segue a ‘dança dos das cadeiras’ no Brasileirão, com muitas dúvidas e praticamente apenas uma certeza, que é a ponta de cima da tabela: ninguém mais tira o título do surpreendente Botafogo.

O Grêmio chegou a se assanhar, mas nas últimas rodadas se mostrou instável, perdendo terreno. O jogo contra o Cruzeiro, pedrinha do seu sapato, vai apontar qual o rumo do tricolor na competição.

Jogo em casa, obrigação de vencer.

Foi o que escrevi minutos antes do duelo contra o Cruzeiro , do Ronaldo Fenômeno.

Pois, para minha surpresa, o Grêmio somou 3 pontos com a vitória por 3 a 0, um placar que seria ainda mais elástico não tivesse o juiz anulado um gol de Bitello, nos minutos finais, por causa de um pentelho qualquer.

Como em outra decisão o juiz deu a favor do Grêmio, seria uma demasia, claro, esperar que ele contemplasse o tricolor. Coisas da CBF, que está conseguindo ridicularizar e colocar sob suspeição uma conquista que contribuiria para tornar o futebol mais transparente e ético.

Esse processo de transparência poderia começar com os horários dos jogos. Nada justifica alterar o horário do jogo das 16 para as 19 horas, principalmente quando se trata de um jogo no rigoroso inverno gaúcho. O resultado é um público de 23 mil pagantes, muito inferior ao que haveria à tarde ensolarada.

O Grêmio estreou um novo uniforme, muito bonito. Deu sorte. O time teve uma atuação que chegou a entusiasmar em vários momentos. Na casamata, o auxiliar de Renato Portaluppi, o Alexandre Mendes. Vamos ver quantos vão aparecer, como já aconteceu outras vezes, pedindo para manter Mendes como técnico.

Piada à parte, o time jogou mesmo um futebol que dá esperança de chegar ao fim do campeonato no G-4, garantindo vaga na Libertadores. É claro que os rabugentos de plantão vão exigir o título, algo que ficou praticamente inatingível. E aí vão destilar seu veneno cobrando Renato.

O problema que o Botafogo ficou inatingível para o Grêmio. O time carioca segue acumulando vitórias, como a de ontem sobre o Bahia, 3 a 0. A vantagem é de 21 pontos sobre o segundo colocado, o Palmeiras: 51 pontos contra 40. O Grêmio tem 36 pontos, mas com um jogo a menos.

No jogo de ontem, destaque para Geromel, que voltou para por ordem na cozinha. Grande atuação, até sofrer uma lesão e pedir para sair. Uma pena.

Por falar em grande atuação, a ‘volta’ de Suárez, que abriu o placar com um gol de típico de camisa 9. Além disso, ele deu assistência para o segundo gol, de autoria de Carballo. o terceiro foi Pepê, após um passe preciso de Bitello, que entrou muito bem no jogo, talvez o seu último no tricolor.

Fiquei com a impressão que Renato está terminando de ajustar e definir seu time titular, a começar pelo setor mais importante, o meio de campo. Esse trio está ganhando corpo e consistência: Villasanto, Carballo, Pepê e Cristaldo

Falta definir alguém para companheiro de Suàrez. JP Galvão ainda não mostrou bola para ser esse jogador. Se Bitello não sair, a posição é dele.

Instabilidade do Grêmio ameaça até a presença no G-4

Até o jogo contra o Santos eu acreditava que o Grêmio poderia disputar o título do Brasileirão, ou pelo menos uma vaga no G-4. Hoje, até essa vaga, na minha opinião, está complicada.

Além do gol bizarro na virada santista, destaco dois aspectos que me deixaram assustado: o cartão amarelo de Reinaldo numa cobrança de lateral logo no começo do jogo – depois ele viria a ser expulso ; e a entrada do baixinho Soteldo, atacante rápido, um desarrumador de defesa, ou ‘quebrador de linhas’, pra ficar mais moderninho.

Ora, quem conhece futebol sabe que não se deixa um atacante como Soteldo impunemente livre como aconteceu nesse jogo na Vila Belmiro, local, aliás, onde o Grêmio costuma se dar mal. Pois o pequeno Soteldo, que eu queria na Arena no começo do ano, fez a festa em cima da marcação frouxa e distante que recebeu. Isso ajuda a explicar a facilidade com que os adversários fazem gol no Grêmio. São raros os jogos em que o tricolor não ficou sem ser vazado, apesar das estupendas defesas de Gabriel Grando.

Temos, então, um time um tanto faceiro na marcação e pouco efetivo nas conclusões a gol. Mais até que o sistema defensivo, me preocupa a imperícia ofensiva, com muitos gols perdidos, problema que se agravou com a crise existencial do Suárez, um fazedor de gols que está se transformando em perdedor de gols.

O que será que está ocorrendo com o uruguaio? Estaria sendo boicotado? Ou estaria desanimado depois que o clube vetou sua saída? Enfim, há algo estranho ocorrendo no vestiário.

Se Renato não consegue administrar a situação é porque realmente é algo grave. Cabe à direção agir forte ao lado do seu treinador.

O que não dá é ficar sofrendo gols estranhos, espíritas, como o de domingo, uma desatenção coletiva inaceitável.

O fato é que nesse ritmo, nesse perde-ganha, o Grêmio está deixando de melhorar sua posição na tabela. Essa instabilidade é que me faz jogar a toalha em relação à conquista do Brasileirão..

Sei, há um turno inteiro pela frente, mas o grupo atual (muita quantidade e pouca qualidade) não me entusiasma. Pelo contrário, me deixa desolado, desesperançado e descrente.

Custe o que custe!

O texto abaixo é do parceiro Rodrigo Severo, um cara que transborda gremismo. Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente nesta semana, um encontro combinado faz tempo. Tinha curiosidade de conhecer o cara que cruza madrugadas, faça chuva , faça sol, para torcer pelo seu Grêmio, nosso Grêmio.

Nesse texto, ele fala sobre sua paixão e superstição, algo que todos nós cultivamos, uns mais, outros menos. Eu , por exemplo, já ignorei jogos importantes do Grêmio, e também, do Inter, porque acreditava, e ainda acredito, que assim o Grêmio venceria e o Inter sofreria um revés. A ‘prova’ que isso funciona foi o Mazembaço, cujo resultado só fiquei sabendo depois do jogo. Minha mandinga foi melhor que a encomenda.

Sem mais delongas, com vcs o santoangelense Rodrigo Severo:

É dada a hora de dar um tempo da cancha? Quiçá retomar o período sabático que mantive por mais de dez anos? Minha superstição é quem me faz essas perguntas. Justo agora que eu já me acostumava com o gosto da Arena, ela vem com isso e com muita força. Explico: em 2007, na semifinal da Libertadores, eu estava lá. Passamos. Na final, contra o Boca, também estava lá. Não deu. Em 2012, contra o Bahia, nas quartas-de-final eu estava lá. Passamos. Mas depois, paramos no Palmeiras. 2011 na Universidad… 2009, o Cruzeiro (mas nesse, eu não estava).

Este ano, que ironia, outra vez o Bahia, eu também estava lá. Quartas-de-final. Passamos. Na semifinal… De novo, outra vez. Não deu. Muito menos no jogo da volta. Eu estava em Porto Alegre… Fim da linha! E aí a superstição põe em cheque o meu suposto pé quente. Porque em 2016 e 2017 não fui a nenhum jogo. E só Deus sabe o quanto isso me custou. Eu dizia que era ranço da Arena. Não era ranço. Não tinha medo. E sim, uma convicção de que seu pisasse lá, ia azedar a boca da égua. Não pisei e deu certo!

E através de fotografias, vi vários amigos, conhecidos, todos eles embriagados. Jogo após jogo. Com largos sorrisos que não cabiam na cara. Uns me diziam: cara, ninguém mais do que nós merece estar presente. Vamos! Não fui. E quando vejo de vez em quando algum conviva postar um retrato em Lanús, eu não consigo nem dizer. Só sinto um grande vazio no peito. Por outro lado, uma alegria imensa ao ter sido forte o suficiente para dizer aqueles vários nãos…

E a partir dali outra coisa entrou em cena. O V.A.R.!

E cada vez que eu vejo um lance do Grêmio sendo anulado, minuciosamente, por este tipo de “justiça”, eu me lembro daquele maldito primeiro gol do Boca Jrs em La Bombonera. Lembro ainda do gol em 2003, que selou nosso rebaixamento. Nos dois lances havia impedimento! Mas não havia o V.A.R.!

Por que raios me lembro disso? Porque continua tudo igual! A diferença é que agora legalizaram o erro! Não sei o que é pior. 2018, caímos pelo apito eletrônico. 2021 caímos com sua ajuda! O gol do Elias contra o Palmeiras manda lembranças! Reclamar nunca adiantou, nunca adiantará. Somos alvo! Para sempre seremos, né Seleme? Vou ali me entreverar em cordas, e tentar saltar sem usar os braços para ganhar impulso!

E isso não é uma lamúria. A gente sempre soube que seria difícil reverter a diferença. E que perder soaria como algo natural, mediante nosso histórico. Mas, precisava ser assim? Outra vez? Que vontade de arrumar a casinha do Flamengo. Aquela zorra toda! Socos, narizes quebrados… demissões por justa causa…

E agora, já me acostumei mais uma vez. E se minha superstição ergue suspeita, não lamento em dizer-lhe: dessa vez, custe o que custe, nunca mais eu digo não! Na medida do possível, é claro. Porque ainda não ganhei na Mega-Sena. Porque continuaremos a vencer, a perder e a empatar, roubados ou não, eu estando presente ou não! Porque nunca se tratou disso! Ganhar ou perder… Seguimos! É sobre isso! Adelante e sempre confiante no Grêmio. Com ou sem superstição! Isso nunca vai ter um fim!

Um café com Ilgo

P.S. – Estive, como já disse, em Porto Alegre essa semana. E a convite do Ilgo, tomamos um café ali no Bourbon da Assis Brasil no dia de ontem. Foi uma grande satisfação conhecer o jornalista e blogueiro, mas principalmente a pessoa. Muita humildade. Bah! Sem falar das boas histórias que ele me contou dos tempos de jornal e do começo de tudo isso aqui. De quebra ainda, me trouxe um baita regalo que faço questão de mostrar cheio de cerveja! Numa próxima vez, espero devolver a regalia, Ilgo. Obrigado! E outra vez também pelo honrado convite de escrever aqui mais uma vez! Espero que os convivas curtam o texto. Tive como base, a crítica do Zé Elias, feita no canal ESPN.

ATENÇÃO

Quem tiver interesse em publicar um post aqui é só manter contato com o ‘conselho editorial’, formado por mim e mais dois companheiros, Copião de Tudo e Gremista. Mais dois que não conheço pessoalmente.

Grêmio joga melhor, mas cai por suas limitações e pelo VAR

A gente sabe que é quase impossível, mas esta palavrinha não existe no dicionário dos gremistas. Na hora H, a paixão fala mais alto e tudo pode acontecer…

E aconteceu o mais provável, analisando friamente. Ao ser batido pelo Flamengo por 1 a 0 nesta noite e 2 a 0 no jogo disputado na Arena, o Grêmio foi eliminado da Copa do Brasil.

Importante registrar que houve um foguetório na cidade, torcedores de um clube eliminado pelo mediano América MG já faz algum tempo. Restou a esses torcedores , sofridos, por sinal, festejarem o insucesso alheio. Cada um com o seu tamanho.

Voltando à CB. O Grêmio foi eliminado aqui em Porto Alegre, diante de sua torcida. Fez uma partida medíocre, inclusive em termos de esforço, indignação, de vontade, bem diferente do jogo desta noite.

Um pouco mais de qualidade do meio para a frente, o que sobra no time carioca, e o Grêmio poderia vencer por 2 gols de diferença, levando o jogo para os pênaltis.

Por falar em pênalti, o que dizer do que foi marcado contra o Grêmio, jogando um balde de água fria no time que estava empolgado e vibrante buscando o primeiro gol?

A bola bateu no braço de Rodrigo Ely, vinda de um cabeceio de Léo Pereira, quando ambos disputavam a jogada pelo alto. Não houve intenção, claramente.

Mas era a favor do Flamengo. E nada mais precisa ser dito. O VAR foi acionado, e não deu outra. Arrascaeta cobrou e marcou. A classificação agora só por milagre. O time sentiu o golpe. Até mesmo Renato sentiu.

Não gostei das substituições dele. Entraram, de uma só vez, 3 jogadores desentrosados, que pouco acrescentaram. Claro, Renato conhece melhor esses jogadores (JP Galvão, Bezozi e Pepê) em especial a parte física. Sairam Carballo, Bitettlo e Cristaldo.

Agora, dedicação total ao Brasileiro.

FICHA

FLAMENGO (1)
Matheus Cunha; Varela (Matheuzinho, 36’/1°T), Fabrício Bruno, Léo Pereira e Filipe Luís; Erick Pulgar (31’/2°T), Victor Hugo (Thiago Maia, 16’/2°T), Arrascaeta e Gerson; Bruno Henrique (Pedro, 31’/2°T) e Gabigol (Luiz Araújo, 16’/2°T). Técnico: Jorge Sampaoli

GRÊMIO (0)
Gabriel Grando; João Pedro, Rodrigo Ely, Bruno Alves e Reinaldo; Villasanti e Carballo (João Pedro Galvão, 16’/2°T); Bitello (Besozzi, 17’/2°T), Cristaldo (Pepê, 17’/2°T)  e Ferreira (Iturbe, 32’/2°T); Suárez. Técnico: Renato Portaluppi

GOLS: Arrascaeta (F), aos 28 minutos do 2° tempo (F);
CARTÕES AMARELOS: Fabrício Bruno, Gerson, Luiz Araújo e Erick Pulgar (F); João Pedro, Rodrigo Ely, João Pedro Galvão, Suárez, Reinaldo e Villasanti (G);
ARBITRAGEM: Bráulio da Silva Machado (SC), auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Naílton Junior de Sousa Oliveira (CE). VAR: Wagner Reway (PB);
PÚBLICO: 65.310 (60.112 pagantes);
RENDA: R$ 8.774.612,50;
LOCAL: Maracanã, no Rio de Janeiro.

Vitória da objetividade sobre o tic-tac improdutivo do Fluminense

TEXTO DE COPIÃO DE TUDO – INTERINO –

Como dizem uns sábios por aí, com muita razão, posse de bola não ganha jogo e o Grêmio teve 29 contra 71% do Fluminense, com aquele tic tac improdutivo longe da área de ataque e ainda assim levamos um gol de novo. Aí, marcamos o adversário, e mesmo com pouca posse de bola criamos jogadas e fizemos 3 gols tendo um anulado onde vi a linha amarela colocar Reinaldo em posição legal, mas era o time da CBF, aí, não adianta é o VAR que decide.

Em duas jogadas BEM trabalhadas, o astro Dom Suárez deu uma pifada à lá Maicon no São Bitello que juntos com Grando, Villasanti e Ferreirinha, que pela enorme vontade de acertar hoje acabou fazendo o gol da vitória numa assistência do lateral Fábio chutando no cantinho. E estes foram os destaques absolutos do jogo.

Acho uma sandice tosca demais criticar Bitello, Suáres e Villasanti que são responsáveis diretos por este G2 na tabela onde nosso time veio da série B com muita desconfiança, mas com Renato & Eles estamos nos mantendo no G4 que é possível sim porque temos eles “NO TIME”. Com a volta de Pepê, Cristaldo e Geromel a tendência é evoluir mais ainda.

Como dominamos amplamente o Flamengo e Botafogo lá & cá, mas perdemos os jogos, prefiro sempre como diz sabiamente o amigo Gremista jogar mal e ganhar os 3 pontos, e hoje ganhar do Dinizola, um bôbo queridinho do eixo RJ/SP, foi um presente do Dia dos Pais a todos os Gremistas onde “na Arena” foram quase 40 mil apaixonados que aplaudiram muito também a entrada do Luan que EU espero muito que se REencontre e tenha muito sucesso nesse retorno por mais que duvide disso, mas vou torcer para ele acertar sempre.

Como Renato sabiamente falou na última coletiva, ele fez hoje a “fila andar” saindo o instável João Pedro, Uvini, Carballo e Nathan com o time respondendo com uma vitória de virada tendo menor posse de bola, mas ainda vejo que será preciso muita entrega e raça pra passar do FlaVAR no RJ na quarta-feira.

Não podemos deixar passar a atuação forte e determinada de Grando no jogo em vários lances onde foi preciso, firme, decisivo e muito arrojado, porém, TODOS esperamos isso dele em todos os jogos, e vejo que ele vem crescendo muito confirmando sua titularidade.

Ao Luan desejo muito sucesso nesse retorno, pois hoje ele sentiu o enorme calor humano que o espera nesse percurso e o quanto terá que se esforçar para retribuir tamanho afago da torcida. Que Deus o ajude, vou torcer por isso.

Segue o planejamento, eu sempre acredito.
Oremos ….. !!!!!

Renato tira o foco da verdade: a falta de qualidade do ‘meu grupo’

É consenso que uma das principais virtudes de Renato Portaluppi como treinador é a administração do vestiário, lugar que ele mantém blindado, aberto apenas para ele e seus comandados, os integrantes do chamado ‘meu grupo’.

Pois a última entrevista de Renato, que nunca falou tanto quanto nos últimos tempos, metendo o nariz em tudo que é assunto, para alegria da mídia e adjacências, fica claro que há algo de podre no vestiário.

Ora, no momento em que Renato afirma em sua tradicional entrevista coletiva pós-jogo que alguns jogadores poderiam ter entregue mais, fica a impressão de que ele, Renato, não está conseguindo mobilizar os jogadores.

Fica a indagação: como os jogadores receberam esse tipo de manifestação? Será que alguém vestiu a carapuça?

E quem seriam esses jogadores? Eu tenho dois nomes na ponta da língua. Acho que a maioria sabe a quem me refiro. Dá pra fazer por eliminação.

Renato estaria perdendo o vestiário? E se Renato, que não é bobo nem nasceu ontem deu essa declação para tirar o foco (coisa que ele costuma fazer amiúde, como cantaria Zé Ramalho) da verdade. E qual seria essa verdade:

A limitação técnica, tática e física de boa parte do elenco, sem contar a limitação intelectual que pesa muito nos jogos mais encardidos.

Não tem essa de falta de entrega, conversa pra boi dormir. Não falta esforço. O que sobra é falta de qualidade. Dá vontade de desligar a TV quando a gente vê determinados jogadores, por momentos transformados em solução.

Renato, conta outra, não é falta de entrega. Se fosse, Renato, como bom gestor de grupo, não abriria publicamente para alimentar os lobos, entre eles, os anti-renatistas.