Os grupos e a politicalha no futebol

Não sou de ficar fazendo projeções a partir da definição de grupos ou de tabelas de jogos. 

A frase é velha, mas perfeita: o time é que faz tudo ficar mais fácil ou mais difícil.

Por mim, enfrentaria sempre os mais fortes no início. Detesto morrer na praia, depois de chegar tão perto. Exemplo, se o Grêmio tivesse sido eliminado pelo River e pela Comebola logo no começo, teria mais condições de se dedicar ao Brasileirão. 

Então, prefiro adversários fortes no começo e mais fracos no fim. 

Como não sou estudioso do futebol latino-americano, não sei se o grupo do Grêmio (cabeça de chave do grupo H), é fraco ou complicado. Leio que é complicado.

Meu olhar de neófito na matéria diz o contrário: é um grupo relativamente fácil. Mas, repito, não sou especialista.

Rosário Central, Universidad Católica e o vencedor do grupo 3 são os adversários. Penso que dá pra classificar em primeiro lugar.

Desde que não perca mais um titular, como aconteceu com Ramiro (ele vai fazer falta, embora saiba que poucos concordam comigo).

Novelletto vem aí

Já o Inter pegou o River Plate. Agora só com ajuda do Novelletto, que em abril assume uma vice-presidência da CBF e anda se assanhando para os lados da Conmebol.

Não sei nada sobre os times latino-americanos, mas sei tudo sobre a politicalha no futebol.

Vão lembrar de mim – espero que não – quando coisas estranhas começarem a acontecer na Libertadores.

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