Respeito ao Pachuca, mas nunca reverência

O Pachuca deve ser respeitado. A maneira mais fácil de ser derrotado é subestimar o adversário.

Ainda mais quando se trata de uma decisão, um campeonato que se decide em 90 minutos. É quando o time com menor poder de fogo pode surpreender e cometer o crime. Um crime sem volta. Não é por nada um que jogo desse tipo é conhecido por mata-mata. Morreu, morreu.

É fazer a mala, enfiar o rabo entre as pernas, e fazer como o Inter naquele vexame de 2010 diante do Mazembe, que inspirou a minha Mazembier.

Então, assim como o Pachuca pode vencer o Grêmio num dia dos mais iluminados de sua história, o mesmo pode acontecer numa suposta final com o Grêmio batendo o Real Madrid.

A lógica é que o Grêmio vença o time mexicano com seu goleiro de futebol de mesa: 1,72 de altura. Penso até que vence com alguma facilidade. A não ser que o Pachuca tenha mais jogo para mostrar do que esse exibido neste sábado diante do Casablanca.

Acredito que o Pachuca é mesmo só o que mostrou. Faz uma campanha sofrível no campeonato mexicano. No Brasileirão, estaria flertando com o rebaixamento.

Assim, vejo o Grêmio virtualmente na final contra o time de Cristiano Ronaldo. Não consigo imaginar o Pachuca lá, não consigo. Nem com muito esforço de imaginação.

Mas, repito, nesses 90 minutos decisivos é preciso enfrentar  o Pachuca com respeito, muito respeito e seriedade, mas nunca reverência.

TRI DA AMÉRICA, PORQUE ESTA TERRA TEM DONO

Reserve logo sua cerveja. Estoque muito limitado, mesmo.

Depois não vem chorar como torcedor colorado quando caiu pra segundona.

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