A maior lição do jogo que quase tirou o Grêmio da Libertadores

Cada jogo normalmente traz algumas lições. A vitória por 2 a 1 sobre o Estudiantes, na terça-feira, reforça a máxima de que o jogo ‘acaba quando termina’, mas ensina principalmente que chegou a hora de mergulhar no Campeonato Brasileiro como um miserável num prato de feijão.

Por questão de segundos, o Grêmio não foi eliminado da Libertadores, grande meta tricolor na temporada. Seria um duro golpe. Seria a segunda eliminação em curto espaço de tempo.

Felizmente, Alisson marcou esse gol que entra para a história do clube como mais um feito digno da mística da imortalidade.

Então, a lição que fica, cabeça fria, cabeça no lugar, é que o Grêmio não pode mais depender de um jogo mata-mata, que agora teve um resultado a nosso favor, mas que pode ser o contrário mais adiante.

Como há uma pausa considerável na Libertadores, não há motivo para não focar no Brasileiro com a intensidade dedicada em cada jogo da Libertadores.

É importante um trabalho forte da direção e da comissão técnica nesse sentido.

Fazer de cada jogo do Brasileiro um mata-mata.

Cada derrota, cada resultado negativo, significa maior distância do título. Até que fique tarde demais e estejamos todos nós dependendo de um golzinho mágico, quase impossível, na última bola de um jogo.

Assim, espero que o Grêmio como um todo se mobilize para vencer o Botafogo neste sábado na Arena. Que sejam escalados o maior número de titulares possíveis.

Que a torcida mostre à direção e ao Renato que anseia pelo título do Brasileiro tanto quanto quer o tri do Brasileiro.

Para isso, é preciso uma presença maciça, não os 18 mil torcedores que estão sendo projetados para o jogo. Que sejam barateados os preços dos ingressos.

O torcedor precisa mandar esse recado à direção: queremos o Brasileirão.

 

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