Grêmio enfrenta o ‘fenômeno’ Atlético-PR na Arena

O Atlético Paranaense está sendo tratado como se fosse a sensação atual do futebol brasileiro.

Não, a sensação do futebol brasileiro é o Grêmio.

Os paranaenses ainda têm um longo caminho a trilhar para alcançar o patamar onde o Grêmio se instalou e não demonstra jeito de sair.

Os dois se enfrentam neste domingo, 19h, na Arena. Pena que jogo tão importante não tenha merecido sequer citação na capa e contracapa da Zero Hora edição fim de semana. Difícil de entender…

Eu sou do tempo em que os jornais divulgavam os jogos em casa na capa para ajudar a levar público ao estádio. Então, não consigo entender. Na verdade, até consigo, mas não quero.

Voltando ao desafiante do dia: li e ouvi que o time comandado por Fernando Diniz, colega de Renato no Fluminense anos atrás, pratica um futebol revolucionário. Baaahhh…

Será que joga com doze? A verdade é que não há nada o que inventar no futebol, e quem tentar será chamado, pejorativamente, de inventor.

Nem o modo do Grêmio é revolucionário. É no máximo inovador no sentido de praticamente eliminar uma das características do futebol texano (denominação perfeita do cornetadorw para definir o RS), que é ‘truvisca na área que o beque faz contra’.

O time de Renato, a partir de uma base forjada por Roger Machado, minimiza o recurso do cruzamento, que muitas vezes só ocorre porque o time não tem recursos técnicos para fazer outra coisa. Nesse caso, é o famoso ‘se livrou da bola’.

Mas irei à Arena conferir esse ‘fenômeno’. Claro, na esperança de que o Grêmio, com um misto bem quente e a volta do craque Luan (veja antes que ele vá embora) e a ausência do Kannemann, expulso na primeira rodada.

INTER

Jogo de alto risco do Inter contra o Palmeiras. O time de Roger Machado pode afundar de vez o rival e seu treinador, até poucas semanas festejado pela mídia.

Ah, esse jogo também não foi citado na capa de ZH, apesar de sua relevância.

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