Lincoln, Bobô, Bressan e o empate em Chapecó

Considerações rápidas e objetivas sobre o empate do Grêmio B contra o Avaí, 2 a 2.

Lincoln mostrou que merece continuidade. Com mais confiança, melhor entrosamento, ele vai ganhar um lugar no meio de campo.

Não chegou a ser brilhante, mas cobrou a falta que resultou no gol de Bressan, um cruzamento na medida para o zagueiro meter de cabeça.

Depois, sofreu o pênalti que deixaria o Grêmio com 3 a 1 no placar a poucos minutos do final. Ou seja, três pontos e a liderança do grupo.

Aí, aconteceu o fator Bobô.

Lincoln sofreu o pênalti e colocou a bola debaixo do braço. Parecia dizer ‘é comigo essa bronca’.

Mas havia uma pedra no meio do caminho. Experiente, Bobô pegou a bola do guri.

Fez uma cobrança ridícula. Atrasou a bola para o goleiro. 

Na sequencia, gol de cabeça, o segundo em dois jogos, do adversário. Final: 2 a 2.

Em resumo: o Grêmio segue precisando de um goleador e agora também de um reserva.

Bobô realmente não serve. Não foi só pelo pênalti, foi pelo que ele fez no jogo. Nada.

Até André Lima, que marcou 16 gols no ano passado, seria mais útil como opção.

A continuar assim, logo, logo Braian voltará a ter oportunidade.

No mais, boas atuações para um time sem muito entrosamento e em início de temporada. Edinho, autor do primeiro gol, foi um destaque.

Agora, imperdoável a falha de Bressan no primeiro gol do Avaí. William, um aipim de carteirinha, girou sobre ele e saiu pelo único lado que ele sai, o direito. Deixou Bressan na saudade e bateu forte como deve bater um centroavante.

Então, há jogadores que a gente sabe que mais cedo ou mais tarde vão enterrar o time. Bobô e Bressan são dois exemplos.

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